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SEMANA DOS BONS EXEMPLOS

Semana de 11 a 17 de Novembro.

“Um bom exemplo é o melhor sermão.”
Benjamin Franklin

AMIGOS

O exemplo é fundamental no aprendizado, então se queremos realmente ensinar alguma coisa a alguém, não adianta discursos, mas bons exemplos.
Faça o que eu falo e não faça o que eu faço está fora de cogitação, se realmente queremos que os nossos filhos e todos aqueles cuja responsabilidade da educação ficou ao nosso encargo nesta encarnação, sejam pessoas corretas.
Pais, educadores, palestrantes, todos os formadores de opiniões devem dar bons exemplos acima de qualquer norma de conduta vazia. Procuremos observar melhor nosso comportamento.
O Evangelho é o maior código de moral que devemos seguir, bons exemplos foram dados pelo nosso Mestre e sua pedagogia é o farol que deve iluminar nossas vidas.

Texto do Evangelho para a semana – cap. XXI – item 8 – Os Falsos Profetas

A FORÇA DO EXEMPLO

…vos dei o exemplo, para que, como eu vos fiz, façais também vós.

A influência do Espiritismo não se faz sentir, apenas, nos meios que lhe são peculiares.
Reformando-se, pouco a pouco, à medida que vai compreendendo, sentindo e aceitando de coração a mensagem renovadora da Doutrina, o espírita começa, muitas vezes sem o notar, a ser um elemento proveitoso ao meio onde vive.
Isso acontece, decerto, por ser o Espiritismo uma doutrina de auto responsabilidade.
Quando o homem começa a sentir a influência renovadora da Terceira Revelação, sente, igualmente, simultaneamente, uma noção de responsabilidade irresistível, que o faz iniciar, logo, a sua metamorfose íntima, principiando, de modo especial, a preocupar-se com o problema da exemplificação.
Administrando, pois, ou servindo, o comportamento do espírita esclarecido tende para o Bem e para a Verdade, eis que os preceitos doutrinários não se harmonizam com a maldade e a mentira, por se acharem, aqueles, impregnados de substância evangélica.
Não se pode exigir, evidentemente, do obreiro espírita a santificação compulsória, de um dia para outro, uma vez que profundas são as nossas vinculações ao pretérito; contudo, pode-se-lhe sugerir esforço e boa vontade, perseverança e fidelidade na correção de defeitos e na conquista de qualidades enobrecidas.
Constitui sempre motivo de alegria para os Instrutores Espirituais – encarnados e desencarnados – perceberem que o indivíduo, ao tornar-se espírita, modifica-se para melhor.
Se fora vingativo e rancoroso, converte-se, via de regra, num ser generoso e cordato, esforçando-se, infatigavelmente, para perdoar e servir aos que antes o ofenderam.
Se fora preguiçoso e comodista, transforma-se num obreiro diligente (dinâmico) e operoso.
Se se comprazia no comentário maledicente, com relação a tudo e a todos, torna-se discreto, habituando-se, inclusive, a observações ponderadas e sinceras.
Transformando-se, assim, gradualmente, para o Bem e para a Luz, para o Amor e para o Conhecimento, o servidor do Espiritismo pode influenciar, de maneira satisfatória, a comunidade a que pertence.
Beneficiar o ambiente onde a Suprema Bondade o situou.
Melhorar a coletividade de que participa.
Reajustar caracteres e aprimorar sentimentos de companheiros que lhe partilham a experiência evolutiva.
Isso porque o exemplo – a força do Exemplo – constitui a mais edificante pregação que o homem fiel a si mesmo pode realizar, a benefício seu e do próximo.
O bom exemplo, observado e sentido, permanece, indelével, na retina e nos refolhos conscienciais.
Daí ter o Mestre asseverado aos discípulos, após lhes ter lavado os pes: “…eu vos dei o exemplo, para que, como eu vos fiz, façais também vós.”

Do livro: Estudando o Evangelho (Parte do texto 38)
De: Martins Peralva