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SEMANA DO PERDÃO E AUTO PERDÃO

“Pai, perdoa-lhes porque não sabem o que fazem…”.
Jesus (Lucas, 23:34.)

Amigos

Na vida passamos por momentos de desgosto, ingratidão, ofensas, agressões, intrigas e conflitos que provocam as mágoas e os ressentimentos.

Infelizmente na maioria das vezes apegamo-nos de tal forma a esses sentimentos que eles passam a morar em nossa casa mental.

Ao optarmos pelo perdão sincero eliminamos as mágoas, os ressentimentos e suas consequências físicas e espirituais desastrosas.

Colocando em prática os exemplos de bondade e de compaixão do Mestre Jesus, nos sentiremos fortalecidos para ver além da raiva e do desejo de vingança.

Lembremo-nos de que necessitamos, em muitas ocasiões, da compreensão e do perdão de nossos irmãos, de refletirmos, também, sobre a necessidade do auto perdão.

Texto do Evangelho para a semana:
Capítulo: – X – Item 14 – Perdão das Ofensas

PERDÃO – REMÉDIO SANTO

Toda vez que a moléstia te ameaça, recorres necessariamente aos remédios que te liberem da apreensão.
Agentes calmantes para a dor…
Sedativos para a ansiedade…
Em suma, à face de qualquer embaraço físico, pocuras reabilitar as funções do órgão lesado.
Lembra-te de semelhante impositivo e recorda que há pensamentos enfermiços de queixa e mágoa, de prevenção e antipatia, a te solicitarem adequada medicação para que se te restaure o equilíbrio.
E se nas doenças vulgares reclamas despreocupação, em favor da cura, é natural que nos achaques do espírito necessites de esquecimento para que se te refaçam as forças.
O perdão é, pois, remédio santo para a euforia da mente na luta cotidiana.
Tanto quanto não deves conservar detritos e infecções no vaso orgânico, não mantenhas aversão e rancor na própria alma.
Perdoa a quantos te aborreçam, perdoa a quantos te firam.
Perdoa agora, hoje e amanhã, incondicionalmente.
Recorda que todas as criaturas trazem consigo as imperfeições e fraquezas que lhes são peculiares, tanto quanto, ainda desajustados, trazemos também as nossas.
É por isso que Jesus, o Emissário Divino, crucificado pela perseguição, rogou a Deus, ante os próprios algozes:

“Pai, perdoa-lhes porque não sabem o que fazem…”.

E, deixando os ofensores nas inibições próprias a cada um, sustentou em si a luz do amor que dissolve toda sombra, induzindo-nos à conquista da luz eterna.

Do Livro: Palavras de Vida Eterna

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