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SEMANA DO LIVRO DOS ESPÍRITOS

“O Livro que aprimora é um mentor que nos guia.”
Francisco Cândido Xavier

Amigos do Grupo

O Livro dos Espíritos é o primeiro livro sobre a Doutrina Espírita, codificado, isto é, organizado por Allan Kardec, com primeira edição em 18 de abril de 1857. Apresentado na forma de perguntas e respostas totaliza 1.019 questões.
Há 153 anos, com este livro começou a era espírita.
Kardec, segundo Camille Flammarion, era o bom senso encarnado, trouxe ao conhecimento humano páginas iluminadas de O Livro dos Espíritos, livro que devemos ter ao nosso alcance para estudarmos, lermos, relermos e meditarmos sempre.
Valorizando ainda mais tão sublime obra, encontramos na Revista Espírita (1858, p.31) um artigo sobre O Livro dos Espíritos, publicado pelo Courier de Paris de 11 de junho de 1857, que diz: “O Livro dos Espíritos, do senhor Allan Kardec, é uma página nova do próprio grande livro do Infinito, (…). A todos os deserdados da Terra, a todos quanto marcham e que, nas suas quedas, regam com as lágrimas o pó da terra, diremos: Lede O Livro dos Espíritos; ele vos tornará mais fortes. Também aos felizes, aos que pelo caminho só encontram as aclamações e os sorrisos da fortuna, diremos: Estudai-o e ele vos tornará melhores (…). Todos quanto aninham pensamentos nobres no coração e acreditam no bem, leiam o livro da primeira à última página…”

Texto do Evangelho para a semana:
Cap.: XXI – Item: 8

PÁGINAS

Toda página escrita tem alma e o crente necessita auscultar-lhe a natureza. O exame sincero esclarecerá imediatamente a que esfera pertence, no círculo de atividade destruidora no mundo ou no centro dos esforços de edificação para a vida espiritual.
Primeiramente, o leitor amigo da verdade e do bem analisar-lhe-á as linhas, para ajuizar da pureza do seu conteúdo, compreendendo que, se as suas expressões foram nascidas de fontes superiores, aí encontrará os sinais inequívocos da paz, da moderação, da afabilidade fraternal, da compreensão amorosa e dos bons frutos, enfim.
Mas, se a página reflete os venenos sutis da parcialidade, semelhante mensagem do pensamento não procede das esferas mais nobres da vida. Ainda que se origine da ação dos Espíritos desencarnados, supostamente superiores, a folha que não faça benefício em harmonia e construção fraterna é, apenas, reflexo de condições inferiores.
Examina, pois, as páginas do teu contato com o pensamento alheio, diariamente, e faze companhia àquelas que te desejam elevação. Não precisas das que se te figurem mais brilhantes, mas daquelas que te façam melhor.

Do livro: Pão Nosso
Psicografia de: Francisco Cândido Xavier
Pelo Espírito Emmanuel