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SEMANA DO EQUILÍBRIO

Semana de 15 a 21 de julho

“Se dificuldades ameaçarem o teu equilíbrio, utiliza-te da oração. A prece é medicamento eficaz para todas as doenças da alma.”
Joanna de Ângelis

AMIGOS

Abaixo segue um texto pequeno, mas muito inspirador, sobre equilíbrio. Extraído do livro: Minutos de Sabedoria, autoria de Carlos Torres Pastorino.
MANTENHA seu equilíbrio.
O equilíbrio depende da serenidade da mente.
Jamais se aborreça nem se exalte.
Não ligue importância às coisas passageiras que lhe vêm de fora.
Não se impressione com o que os outros dizem.
Siga a conduta ditada por sua consciência, e não perca seu equilíbrio.
Caminhe para a frente, alegre e certo de que há de vencer, por maiores que sejam as dificuldades do caminho.

Texto do Evangelho para a semana: Cap.: XVII – Item: 8 – “Virtude”

EQUILIBRIO

Recordando o nosso dever de sustentação do corpo e do espírito, atendamos à harmonia por base de segurança.
Nem mesa abundante.
Nem prato vazio.
Nem excesso.
Nem carência.
Nem vigília demasiada.
Nem repouso constante.
Nem fartura.
Nem sovinice.
É preciso evitar o desvario da fartura para que o abuso não nos entenebreça a razão, tanto quanto abolir as tentações da miséria que nos induziriam ao furto.
Não nos concede o Senhor um corpo entre os homens para menosprezá-lo à feição do lavrador preguiçoso que abandona o arado à ferrugem, nem nos confere na Terra o estágio da encarnação por escola do espírito para que o convertamos em curso intensivo de anestesia da consciência.
Auxiliar o corpo para que o corpo expresse a alma para que a alma renove e santifique é o caminho do equilíbrio indispensável à evolução.
Assim, se te decides a cultivar algum cilício (sofrimento), no propósito de estender as próprias virtudes, não te imobilizes nos pensamentos inúteis, mas, sim, verte o próprio suor nas obras da bondade, amparando os enfermos que as dores desfiguram, fabricando o agasalho aos que choram de frio, socorrendo o infortúnio em treva e desespero, ou calejando as mãos no auxílio à terra seca, porque no sacrifício de nossa segurança no amparo ativo aos outros é que surpreenderemos o trabalho do bem que ninguém nos pediu e que ninguém nos paga, por resplendente luz a clarear-nos sempre a rota para o Alto, em plena exaltação do verdadeiro amor.

Do Livro: Fé, Paz e Amor
Pelo Espírito: Emmanuel
Psicografia de: Francisco Candido Xavier