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SEMANA DO EQUILÍBRIO

Semana de 26/02 a 04/03

“Mais produz quem o faz com equilíbrio.”
Joanna de Angelis

AMIGOS

Com tantos desafios que a vida nos oferece a todo momento, sabemos que temos de empreender grandes esforços para a manutenção do nosso equilíbrio íntimo. Mas sabemos também, que sem equilíbrio as dificuldades se tornam ainda maiores e até mesmo insuportáveis.
André Luiz nos sugere 10 passos para mantermos uma vida mais saudável e equilibrada; ele diz:
– Para garantir saúde e equilíbrio, prometa a você mesmo:
1 – Colocar-se sob os desígnios de Deus, cada dia, através da oração e sustentar a consciência tranquila, preservando-se contra ideias de culpa.
2 – Dar o melhor de si mesmo no que esteja fazendo.
3 – Manter coração e mente, atitude e palavra, atos e modos na inspiração constante do bem.
4 – Servir, desinteressadamente, aos semelhantes, quando esteja ao alcance de suas forças.
5 – Regozijar-se com a felicidade do próximo.
6 – Esquecer conversações e opiniões de caráter negativo que haja lido ou escutado.
7 – Acrescentar pelo menos um pouco mais de alegria e esperança em toda pessoa com quem estiver em contato.
8 – Admirar as qualidades nobres daqueles com quem conviva, estimulando-os a desenvolvê-las.
9 – Olvidar (esquecer) motivos de queixa, sejam quais sejam.
10 – Viver trabalhando e estudando, agindo e construindo, de tal modo, no próprio burilamento e na própria corrigenda, que não se veja capaz de encontrar as falhas prováveis e os erros possíveis dos outros.

Usemos desses recursos e construamos, com empenho e dedicação, um ambiente mais harmonioso e feliz, contribuindo desta forma, para o nosso equilíbrio íntimo e do ambiente em que vivemos.

Texto do Evangelho para a semana:
Capitulo: – XVII – Item –– 11 “Cuidar do corpo e do Espírito”

EQUILÍBRIO

Caridade é o amor em ação, aprendemos com o Apóstolo Paulo. Contudo, em nome da caridade, por vezes, cometemos algumas falhas. Por isso, é sempre bom considerar que é muito bom dar pão ao faminto. No entanto, não devemos esquecer a família. Aqueles que se encontram sob nossa guarda, nos merecem toda a atenção e cuidados.

Distribuir o agasalho, cobrindo corpos desnudos, é gesto cristão. Mas em nome dessa ação, não podemos complicar a própria vida, criando problemas para nós e para os nossos afetos.

É sinal de caridade socorrer o doente, providenciando-lhe o remédio, o médico, o hospital. Auxiliar aquele que tem dificuldades de tratar com a burocracia para conseguir um tratamento prolongado ou um internamento que se faz urgente. Entretanto, não podemos esquecer de tratar de nossa própria saúde, consultar o médico quando sintamos algo que nos desequilibra a organização física, submeter-nos a exames, tratamentos especializados, eventual cirurgia.

É excelente ajudar na instituição beneficente, doando horas a favor do próximo. No entanto, não podemos esquecer que a cada um de nós compete trabalhar para prover a própria subsistência e da família.

Quem não trabalha, se torna um peso que a sociedade deve arcar. A sociedade pode ser a parentela corporal, amigos ou instituições.

Se desejamos servir, lembremo-nos antes de tudo que a Divindade não nos pede a totalidade das horas, mas aquelas que possamos dispor e que são as do nosso descanso; do nosso lazer, sem prejuízo das que precisamos permanecer nas lidas profissionais, garantindo nosso sustento.

É importante direcionar recursos aos necessitados, colaborando com indivíduos ou instituições de beneficência.

O que não devemos esquecer é de saldar as próprias dívidas. Se assim não procedermos, estaremos prejudicando aos que trabalharam para nos ceder suas mercadorias ou seus serviços, e aguardam que cumpramos com nossos compromissos a fim de se sustentarem.

Importante visitar o lar infeliz pela viuvez, pela orfandade ou pela miséria, sem esquecer de cuidar do próprio lar.

Dessa forma, amparemos o desorientado, mas conservemos a própria harmonia, não nos permitindo a perturbação por não conseguir resolver problemas alheios.

Colaboremos na assistência social, mas respeitemos os próprios compromissos familiares, afetivos e profissionais.

Façamos a caridade, mas não esqueçamos as próprias obrigações, quaisquer que elas sejam.

Lembremos que o bem é fator de equilíbrio entre o amor ao próximo e o amor a si mesmo.

Redação do Momento Espírita com base na mensagem Fator de equilíbrio, pelo Espírito André Luiz, psicografia de Antonio Baduy Filho, em 11.04.1999, no Sanatório José Dias Machado, em 21.1.2013.