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SEMANA DO EQUILÍBRIO

“Mais produz quem o faz com equilíbrio.”
Joanna de Ângelis

AMIGOS
Tivemos o privilégio de conhecer a Doutrina Espírita, cujos ensinamentos nos levam ao autoconhecimento e nos estimula a perdoar a nós mesmos e também àqueles com quem convivemos em todos os setores da vida.
Mas será que temos agido sempre como agentes da paz?
Será que, com os conhecimentos adquiridos, nos tornamos equilibrados? Sendo mais tolerantes, mansos e pacíficos?
Diz-nos os irmãos maiores que, quando a irritação constante não é patológica, quase sempre é fruto de algo não resolvido, portas adentro de nosso coração, no íntimo da consciência.
A Espiritualidade Superior nos aconselha que façamos, vez em quando, uma varredura em nossa casa interior, a fim de restabelecer o equilíbrio, o bom humor e a alegria de viver aprendendo e auxiliando.
Aproveitemos, então, para promovermos o equilíbrio em nosso lar, no ambiente de trabalho e dentro de nós mesmos.
Sabemos que uma boa ferramenta para auxiliar-nos nesse objetivo é a prece; busquemos nela o amparo necessário ao equilíbrio e a paz.

Texto do Evangelho para a semana: Capitulo XVII – item: 8 – “Virtude”

EM LOUVOR DO EQUILÍBRIO

“Toda a amargura, cólera, ira, gritaria e blasfêmia sejam retiradas dentre vós, bem como toda a malícia”

PAULO (Efésios, 4:31)

Na própria senda comum, surpreendemos a ação do equilíbrio que exclui todo assalto da violência e qualquer devoção à imundície.
Nas cidades litorâneas, diques reprimem o mar furioso prevenindo calamidades e arrasamentos.
Nos grandes edifícios modernos, para-raios seguros coíbem o impacto fulminatório (destruidor) das faíscas elétricas.
Desde tempos longevos, esgotos sólidos extraem detritos do pouso humano.
Cada templo doméstico possui sistemas habituais de limpeza.
Entretanto, no campo do Espírito, o Homem desavisado acalenta nas fibras do próprio ser o lodo da maledicência e o lixo da mágoa, libertando os raios da blasfêmia e a onda letal da ira, ferindo os outros e atormentando a si mesmo…
Quantas enfermidades nascem dos pântanos da amargura e quantos crimes se configuram no extravasamento da cólera! Impossível enumerá-los…
Se a mensagem do Evangelho te anuncia as Boas Novas da redenção, foge, assim, ao domínio da viciação e da crueldade.
À frente da irritação e do desalento, da agressividade e da injúria, oferece o dom inefável de tua Paz, falando para o bem ou silenciando na grande compreensão, porque em ti, que guardas o nome do Cristo empenhado na própria vida, o reino do amor deve começar.

Texto extraído do livro: Palavras de Vida Eterna
Pelo espírito: Emmanuel
Psicografia de: Francisco Cândido Xavier