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SEMANA DO EQUILÍBRIO

“Mais produz quem o faz com equilíbrio.”
Joanna de Angelis

Amigos do Grupo

Temos hoje o privilégio de conhecer a Doutrina Espírita, cujos ensinamentos nos levam a busca do autoconhecimento e nos estimula a perdoar, a nós mesmos, e também àqueles com quem convivemos em todos os setores da vida.
Mas será que isso tem contribuído para que sejamos agentes da paz e do equilíbrio?
Será que, com os conhecimentos adquiridos nos tornamos mais tolerantes, mansos e pacíficos?
Diz-nos os irmãos maiores que quando a irritação constante não é patológica, é quase sempre fruto de algo não resolvido portas adentro de nosso coração, no íntimo da consciência.
Aconselham-nos, a Espiritualidade Superior, que façamos, vez em quando, uma varredura em nossa casa interior a fim de restabelecer o equilíbrio, o bom humor e a alegria de viver.
Aproveitemos esta semana para promovermos o equilíbrio em nosso lar, no ambiente de trabalho e dentro de nós mesmos.
Sabemos que uma boa ferramenta para auxiliar nesse propósito é a prece; busquemos nela o amparo necessário ao equilíbrio e à paz.

Texto do Evangelho para a semana:
Capítulo: XVII – Item: 8 – Virtude

É RAZOÁVEL PENSAR NISTO

A paciência não é um vitral gracioso para as suas horas de lazer. É amparo destinado aos obstáculos.
*
A serenidade não é jardim para os seus dias dourados. É suprimento de paz para as decepções de seu caminho.
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A calma não é harmonioso violino as suas conversações agradáveis. É valor substancial para os seus entendimentos difíceis.
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A tolerância não é saboroso vinho para os seus minutos de camaradagem. É porta valiosa para que você demonstre boa-vontade, ante os companheiros menos envolvidos.
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A boa cooperação não é processo fácil de receber concurso alheio. É o meio de você ajudar ao companheiro que necessita.
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A confiança não é um néctar para as suas noites de prata. É refúgio certo para as ocasiões de tormenta.
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O otimismo não constitui poltrona preguiçosa para os seus crepúsculos de anil. É manancial de forças para os seus dias de lutas.
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A resistência não é adorno verbalista. É sustento de sua fé.
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A esperança não é genuflexório de simples contemplação. É energia para as realizações elevadas que competem ao seu espírito.
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Virtude não é flor ornamental. É fruto abençoado do esforço próprio que você deve usar e engrandecer no momento oportuno.

Do livro: Agenda Cristã
Pelo espírito: André Luiz
Psicografia de: Francisco Cândido Xavier