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SEMANA DO DEVER

Semana de 21 a 27 de janeiro.

“O mundo é a oficina. O corpo é a ferramenta. A existência é a oportunidade. O dever a executar é a missão a cumprir.”
Emmanuel

AMIGOS

No que se refere aos direitos, somos sempre dispostos a reclamá-los, mas quando se trata de cumprir os deveres, muitas vezes preferimos observar se o outro está a cumpri-los.
Não nos esqueçamos de que a reencarnação é um direito de todos, rica e abençoada oportunidade proporcionada por Deus.
Cabem a cada um a responsabilidade e o comprometimento no cumprimento de nossos deveres em todos os setores que nos encontramos na atual encarnação, para que ao final dela não venhamos ser tomados pelo remorso e arrependimento de não termos feito a nossa parte.
Ao lermos o Evangelho encontraremos o maior exemplo a seguir, Jesus, que sem imposições e através de suas ações de amor, nos inspira a fazer a nossa parte.
É nosso dever, refletir e aproveitar essa oportunidade que o nosso Pai Criador nos dá.
Essa oportunidade é uma declaração do seu amor a nós.

Texto do Evangelho para a semana: Cap.: XVII – Item 7

DIANTE DO DEVER

Larga soma de tempo gastamos habitualmente na Terra, na inglória tarefa de fiscalizar a execução do dever que compete ao arbítrio e à possibilidade dos outros.
Observados exigentes dos poderes públicos, sabemos reprová-los com veemência, salientando-lhes as omissões e defeitos…
Promotores de acusação desleal e gratuita, não vacilamos em agravar as faltas alheias, imprimindo-lhes criminosa feição para que se convertam em notícias escandalosas…
Críticos sistemáticos, estamos prontos a pré-julgar, comentando sem compaixão os infortúnios do próximo, dilatando-lhes a extensão, por expor-lhe as mazelas à desconsideração e ao ridículo…
Inquisidores risonhos nunca faltamos ao veneno sutil da maledicência na taça da conversão doentia, enevoando o caminho daqueles que nos rodeiam…
E sempre que instados a destacar os “tempos novos” ou fixar diretrizes religiosas, proclamamos a crise moral do povo e o apodrecimento da humanidade…
Todavia, se realmente nos propomos a cooperar no trabalho reconstrutivo, confiemos o coração e a inteligência ao desempenho do dever em que a bondade de Deus nos situa na ordem moral da existência, sabendo que quanto mais alto se nos levanta o conhecimento, mais ampla se nos revela a obrigação de servir, de vez somente ao preço de nossa fidelidade ao dever corretamente cumprido, é que chegaremos a fazer bastante luz para que a Terra se erga à condição de mundo melhor.

Do Livro: Construção de Amor
Pelo Espírito: Emmanuel
Psicografia de: Francisco Cândido Xavier