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SEMANA DO DESENVOLVIMENTO DA SOLIDARIEDADE

“Recebe amor aquele que o doa. Muitas vezes não o recebe da pessoa a quem doou.
Isso porém, não é importante, desde que ame.”
Divaldo P. Franco, pelo Espírito Ignotus

AMIGOS DO GRUPO

“Cada vez que te dispões a aliviar a carga que ainda pesa nos ombros de teus irmãos, estarás formando amigos que te aliviarão, no momento justo, em que a carga das provas necessárias à tua própria vida venha a pesar nos teus.”
É de Emmanuel este sábio ensinamento que nos alerta a aprender a ser solidário com o nosso próximo. Solidariedade não surge em nós da noite para o dia. É desenvolvida lentamente a cada boa ação que praticamos e sentimos prazer com o resultado da mesma.
Começa fazendo-se um pequeno favor, uma doação, um ato de auxílio, uma visita fraterna, um remédio a um doente, um agasalho a quem tem frio, ou mesmo estando presente em um momento de tristeza na vida de alguém, dando força e alento. Pequenas atitudes que nos trazem a princípio pequenos contentamentos, mas com o passar do tempo e o exercício constante passam a fazer parte do nosso ser. Passamos a praticá-la sem pensar, fazendo apenas pelo prazer de servir ao próximo, pela alegria que sentimos em trazer alívio ao sofrimento de alguém.
Todos trazemos em nós este potencial a ser desenvolvido, basta querer, sair das raias do egoísmo e ver no outro um irmão, sabendo que se ele estiver melhor eu estarei melhor também.
Ser solidário é estar junto, dar o apoio na hora da necessidade, não faltar com o ensino de Jesus quando nos disse: – Ama o próximo como a ti mesmo.
Gabriel Chalita também nos chama a esta prática: – Está se sentindo vazio? Preencha esse espaço com solidariedade. Saia desse buraco. Há muita gente precisando de você.

Texto do Evangelho para a semana:
Cap. XIII – item 18 – “Os órfãos”.

“Solidariedade”

Sem o devido culto à solidariedade na vida, indiscutivelmente, nossos passos, por mais firmes, não surpreenderiam à frente senão desequilíbrio e perturbação, desentendimento e morte.
Afere-se o valor da criatura em função da sociedade em que vive.
Imaginemos o senhor da mais alta fortuna terrena, relegado a plano deserto.
O dono da melhor inteligência sem ouvidos que o ouçam…
O pastor sem rebanho…
O palácio imponente sem viv’alma que o povoe…
O navio mais suntuoso navegando sem ninguém…
Não adiantam a excelência e o poder, a riqueza e o destaque sem proveito.
A solidariedade reside nas bases mais simples da vida, para que a vida se estenda em cânticos de alegria e glorificação.
A fonte alimenta o arvoredo e o arvoredo protege a fonte, oferecendo-nos, com isso, a bênção do fruto.
As pedras resguardam o cimento que as reúne e o cimento equilibra as pedras que o consolidam, doando-nos o refúgio do lar.
Tudo é independência e sustentação recíproca nos mínimos recantos da natureza, para que o homem desfrute o aprendizado da existência no corpo — breve estágio de luta para a sublime ascensão à Imortalidade Vitoriosa.
Atendamos aos impositivos da fraternidade e compreendamos que a Lei Divina, em tempo algum, nos deseja confinados ao insulamento que, no fundo, é sempre egoísmo, ainda mesmo quando nos retiremos do combate humano, a pretexto de conservar a virtude e garantir a fé.
A própria família consanguínea a que todos nós nos enquadramos, quando no mundo carnal, é uma ordem de assistência mútua.
Ninguém surge na Terra, sem o carinho do berço e o berço é sempre a ternura de mãe, a desfazer-se em talentos de paz e luz.
Honremos ao Senhor que nos honra com as oportunidades atuais de realização e serviço e amparando-nos, uns aos outros, de acordo com as nossas deficiências, abreviaremos nosso caminho de acesso à Felicidade Maior.

Emmanuel

Do livro “Sentinelas da Luz”, de Francisco Cândido Xavier – Espíritos Diversos

De 1º a 30 de Junho – Campanha do Agasalho do IEOB

“ABRA O GUARDA ROUPA E O CORAÇÃO”

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