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SEMANA DO DESENVOLVIMENTO DA PACIÊNCIA

“A paciência não é um vitral gracioso para as suas horas de lazer.
É amparo destinado aos obstáculos.”
André Luiz.

AMIGOS DO GRUPO

O Assistente Jerônimo, no livro “Obreiros da Vida Eterna”, diz a André Luiz: André, extingue a vibração da cólera injusta. Ninguém auxilia por intermédio da irritação pessoal. Não assumas papel de crítico. Revistamo-nos de calma e paciência. Responder a insultos descabidos é perder valioso tempo, na obra de confraternização, ante o Eterno Pai.
Grande lição nos deixa esta mensagem. Por muito pouco, nos deixamos levar pela irritação e o pior, costumamos responsabilizar os outros pela nossa falta de paciência, quando na realidade, deveríamos buscar desenvolvê-la, sem esperar nada do outro.
A vida, por muitas vezes, nos coloca diante de situações que parecem insolúveis, mas avalie se não é para nos testar, para que possamos desenvolver a perseverança e a paciência?
Para que possamos auxiliar aos outros e a nós mesmos, desenvolver a paciência é fundamental, exercício difícil, porém não impossível e depende exclusivamente de nós, ninguém pode nos tirar a calma, só se nós permitirmos.
“Paciência é passaporte para todos aqueles que aspiram a avançar nas vias do progresso.”

Texto do Evangelho para a semana:
Capitulo: IX – Item 7 – A Paciência

PACIÊNCIA

A paciência é a qualidade que nos ensina a suportar com calma todas as impertinências. Consiste em extinguirmos toda sensação, tornando-nos indiferentes, inertes para as coisas mundanas, procurando nos horizontes futuros as consolações que nos levam a considerar fúteis e secundárias todas as tribulações da vida material.
A paciência conduz à benevolência. Como se fossem espelhos, as almas reenviam-nos o reflexo dos sentimentos que nos inspiram. A simpatia produz o amor; a sobranceria (arrogância) origina a rispidez.
Aprendamos a repreender com doçura e, quando for necessário, aprendamos a discutir sem excitação, a julgar todas as coisas com benevolência e moderação. Prefiramos os colóquios úteis, as questões sérias, elevadas; fujamos à dissertações frívolas e bem assim de tudo o que apaixona e exalta.
Acautelemo-nos da cólera, que é o despertar de todos os instintos selvagens amortecidos pelo progresso e pela civilização, ou, mesmo, uma reminiscência de nossas vidas obscuras. Em todos os homens ainda subsiste uma parte de animalidade que deve ser por nós dominada à força de energia, se não quisermos ser submetidos, assenhoreados por ela. Quando nos encolerizamos, esses instintos adormecidos despertam e o homem torna-se fera. Então, desaparece toda a dignidade, todo o raciocínio, todo o respeito a si próprio. A cólera cega-nos, faz-nos perder a consciência dos atos e, em seus furores, pode induzir-nos ao crime.
Está no caráter do homem prudente o possuir-se sempre a si mesmo, e a cólera é um indício de pouca sociabilidade e muito atraso. Aquele que for suscetível de exaltar-se deverá velar com cuidado as suas impressões, abafar em si o sentimento de personalidade, evitar fazer ou resolver qualquer coisa quando estiver sob o império dessa terrível paixão.

Do livro: Depois da Morte
De: Léon Denis

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