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SEMANA DO COMPROMISSO

“Em todos os ângulos do caminho, encontraremos sugestões do Senhor, desafiando-nos a atendermos nossos compromissos”.
André Luiz

Amigos do grupo

A palavra compromisso quer dizer, dentre outras coisas, responsabilidade; e a primeira responsabilidade que abraçamos foi com a oportunidade da reencarnação.
Naquele momento nos comprometemos a cuidar do corpo que nos serviria ao longo da vida física. Comprometemo-nos também, a empenhar esforços a fim de aproveitar ao máximo essa oportunidade, que visa prioritariamente nosso aprendizado e aperfeiçoamento. Comprometemo-nos a cooperar com a harmonia e o equilíbrio do Mundo que nos recebeu, observando o cumprimento das leis humanas e Divinas. E assumimos ainda o compromisso de colaborar com os nossos irmãos, para que juntos, alcancemos patamares evolutivos cada vez maiores.
Cabe aqui, então, uma pergunta para nossa reflexão:
Como andam os nossos compromissos?
Busquemos na fé e na certeza do auxílio espiritual superior, a força necessária para cumprirmos com responsabilidade e empenho nossos compromissos, como pais; filhos; cidadãos e, sobretudo como cristãos, para que a melhoria do mundo comece efetivamente em cada um de nós.

Texto do Evangelho para a semana:
Capítulo: XVII – Item: 11 – “Cuidar do corpo e do Espírito”

O arado

“E Jesus lhe disse: Ninguém, que lança mão do arado e olha para trás é apto para o reino de Deus”. (Lucas, 9:62)

Aqui, vemos Jesus utilizar na edificação do Reino Divino um dos mais belos símbolos.
Efetivamente, se desejasse, o Mestre criaria outras imagens. Poderia reportar-se às leis do mundo, aos deveres sociais, aos textos da profecia, mas prefere fixar o ensinamento em bases mais simples.
O arado é aparelho de todos os tempos. É pesado, demanda esforço de colaboração entre o homem e a máquina, provoca suor e cuidado e, sobretudo, fere a terra para que produza. Constrói o berço das sementeiras e, à sua passagem, o terreno cede para que a chuva, o sol e os adubos sejam convenientemente aproveitados.
É necessário, pois, que o discípulo sincero tome lições com o Divino Cultivador, abraçando-se ao arado da responsabilidade, na luta edificante, sem dele retirar as mãos, de modo a evitar prejuízos graves à “terra de si mesmo”.
Meditemos nas oportunidades perdidas, nas chuvas de misericórdia que caíram sobre nós e que se foram sem qualquer aproveitamento para nosso espírito, no sol de amor que nos vem vivificando há muitos milênios, nos adubos preciosos que temos recusado, por preferirmos a ociosidade e a indiferença.
Examinemos tudo isto e reflitamos no símbolo de Jesus.
Um arado promete serviço, disciplina, aflição e cansaço; no entanto, não se deve esquecer que, depois dele, chegam semeaduras e colheitas, pães no prato e celeiros guarnecidos.

Do livro Pão Nosso
Pelo espírito Emmanuel
Psicografia de Francisco Cândido Xavier

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