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SEMANA DO COMBATE AO EGOÍSMO

“Estudai todos os vícios e vereis que no fundo de todos existe o egoísmo.”
L.E. questão 913

Amigos do Grupo

Sabemos que o egoísmo ainda é a grande chaga da humanidade, sabemos também, que cabe-nos empreender grandes esforços para combatê-lo, pois a Terra está a largos passos no processo da Regeneração, e a razão e a lógica nos levam a crer que num mundo regenerado, não haverá lugar para o tão conhecido EGOÍSMO. Mas como fazer ? Como nos livrar desse grave mal?
Muitas vezes buscamos as soluções em coisas complicadas e grandiosas, mas devemos lembrar que tudo começa com as atitudes mais simples e comuns, vividas no nosso cotidiano.
Apresentamos aqui, algumas atitudes segundo Paulo Ricardo Mariotini – Consultor em gestão administrativa e marketing de micro e pequenas empresas; que poderão nos auxiliar nessa empreitada.

OITO PASSOS SIMPLES PARA SE COMBATER O EGOÍSMO

1) Interessar-se pelas pessoas recém apresentadas;
2) Dedicar nossa assistência aos serviçais e subalternos que convivem conosco;
3) Procurar inteirar-se das amarguras de alguém no sincero propósito de amenizar sua dor;
4) Olhar, ouvir, falar, acariciar com o coração pleno de amor, os familiares que nos são confiados;
5) Repartir do nosso guarda-roupa, ou objetos de uso pessoal, que não nos é mais útil, ou que tenhamos em excesso;
6) Trabalhar sem remuneração para os mais carentes, dedicando algumas horas semanais em atividades assistenciais;
7) Ajudar com delicadeza nos transportes ou na rua, às criaturas em dificuldades, cedendo lugar, facilitando passagem, carregando volumes;
8) Procurar o serviço ao próximo, com os próprios meios, empregando forças, inteligência e habilidade para realizar nossos propósitos generosos.

Busquemos vivenciar nestas simples atitudes, o exercício diário para a conquista de outras, ainda maiores, e gradativamente estaremos combatendo o egoísmo em nós.

Texto do Evangelho para a semana:
Capítulo: XI- Item: 4 “O Maior Mandamento”

Comentário de Kardec – Livro dos Espíritos questão. 917

Louváveis esforços indubitavelmente se empregam para fazer que a Humanidade progrida. Os bons sentimentos são animados, estimulados e honrados mais do que em qualquer outra época. Entretanto, o egoísmo, verme roedor, continua a ser chaga social. É um mal real, que se alastra por todo o mundo e do qual cada homem é mais ou menos vítima. Cumpre, pois, combatê-lo, como se combate uma enfermidade epidêmica. Para isso, deve-se proceder como procedem os médicos: ir à origem do mal. Procurem-se em todas as partes do organismo social, da família aos povos, da choupana ao palácio, todas as causas, todas as influências que, ostensiva ou ocultamente, excitam, alimentam e desenvolvem o sentimento do egoísmo.
Conhecidas as causas, o remédio se apresentará por si mesmo. Só restará então destruí-las, senão totalmente, de uma só vez, ao menos parcialmente, e o veneno pouco a pouco será eliminado. Poderá ser longa a cura, porque numerosas são as causas, mas não é impossível. Contudo, ela só se obterá se o mal for atacado em sua raiz, isto é, pela educação, não por essa que tende a fazer os homens instruídos, mas pela que tende a fazer homens de bem. A educação, convenientemente entendida, constitui a chave do progresso moral. Quando se conhecer a arte de manejar os caracteres, como se conhece a de manejar inteligências, conseguir-se-á corrigi-los, do mesmo modo que se aprumam plantas novas. Essa arte, porém, exige muito tato, muita experiência e profunda observação(…)
(…) O homem deseja ser feliz e natural é o sentimento que dá origem a esse desejo. Por isso é que trabalha incessantemente para melhorar a sua posição na Terra, e procura as causas de seus males, para remediá-los. Quando compreender bem que no egoísmo reside uma dessas causas, aquela que gera o orgulho, a ambição, a cupidez, a inveja, o ódio, o ciúme, que a cada momento o magoam, a que perturba as relações sociais, provoca dissensões, aniquila a confiança, a que o obriga a se manter constantemente na defensiva contra o seu vizinho, enfim, a que do amigo faz inimigo, ele compreenderá também que esse vício é incompatível com a sua felicidade e, podemos mesmo acrescentar, com a sua própria segurança. E quanto mais haja sofrido por efeito desse vício, mais sentirá a necessidade de combatê-lo, como se combatem a peste, os animais nocivos e todos os outros flagelos. O seu próprio interesse a isso o induzirá.
O egoísmo é a fonte de todos os vícios, como a caridade é a fonte de todas as virtudes. Destruir um e desenvolver a outra deve ser o alvo de todos os esforços do homem, se ele deseja assegurar a sua felicidade neste mundo, tanto quanto no futuro.