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SEMANA DO BEM FALAR

“Saibamos moderar o nosso verbo, a fim de que as palavras que saírem de nossa boca, sejam sempre para estimular, enaltecer, incentivar e nunca para destruir aqueles que convivem conosco.”
Abade Dinouart

Amigos do Grupo

A arte de bem falar constitui uma tarefa difícil, isto porque não aprendemos a aparar as nossas arestas e ter atitudes positivas ante as adversidades. Ou revidamos de forma áspera, adentrando em verdadeiras pancadarias verbais; ou silenciamos, sem esquecermos a ofensa proferida pelo irmão exasperado e, conseqüentemente, carregamos lixo no coração.
Toda palavra ofensiva exprime um sentimento contrário à lei do amor e da caridade que deve presidir às relações entre os homens e manter entre eles a concórdia e a união.
Toda palavra que proferimos é inicialmente mentalizada, construída pelo seu autor e, quando lançada, vai carregada de um teor vibratório peculiar. Se positiva, a palavra é capaz de acalmar, reerguer, animar, encorajar, construir… Mas, se negativa, carrega também em seu bojo os fluidos deletérios.
Ao invés de lamentar, reclamar busquemos compreender, analisar com otimismo, porque tudo na criação tende ao aperfeiçoamento.
Falar é uma arte. Uma arte que exige muito de todos nós. Uma arte que tem por fim único: o amor.
Texto adaptado de “Os Mensageiros”

Texto do Evangelho: cap. IX – itens 3 e 4
CONVERSAR

A palavra é um fio de sons carregado por nossos sentimentos; em razão disso aquilo que sentimos é o remoinho vibratório que nos conduzirá a palavra ao lugar certo que nos propomos atingir.
Quando falamos, cada qual de nós apresenta o próprio retrato espiritual passado a limpo.
Conversando, dialogamos; dialogando, aprendemos.
Quem condena atira uma pedra que voltará sempre ao ponto de origem.
As artes são canais de expressão derivados do verbo: a escultura é a palavra coagulada, a pintura é a palavra colorida, a dança é a palavra em movimento, a música é a palavra em harmonia; mas a palavra , em si, é a própria vida.
Quando haja de reclamar isso ou aquilo, espere que as emoções se mostrem pacificadas; um grito de cólera, muitas vezes, tem a força de um punhal.
Sempre que possa e quanto possa abstenha-se de comentar o mal; a palavra cria a imagem e a imagem atrai a influência que lhe diz respeito.
Você falou, começou a fazer.
Não fale na treva para que a treva não comece a caminhar por sua conta.
Abençoadas serão as suas palavras sempre que você fale situando-se na posição dos ausentes ou no lugar dos que lhe ouvem a voz.

Do livro: Resposta da Vida
Pelo Espírito: André Luiz
Psicografia de: Francisco Cândido Xavier