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SEMANA DO AMPARO

“Deus, se um dia eu perder as esperanças, ajude-me a lembrar que os teus planos são melhores que os meus.”
Francisco Cândido Xavier

AMIGOS

Quantas e quantas vezes perguntamos o porquê de tantas situações difíceis, situações que nos provam e nos fazem pensar que estamos sós em meio a uma tempestade. O caminho se apresenta rude, espinhoso, doloroso até, e por vezes o sofrimento, mesmo nós não o compreendendo, está nos convidando a atitudes renovadoras no pensar e no agir.

É nesses momentos que a misericórdia Divina atua em nosso benefício:

Quando tristes – o sorriso, a palavra de conforto e de coragem dos familiares, é o amparo oportuno ao ressurgimento do otimismo e da alegria de viver;

Quando enfermo – são as medicações, as terapias bem orientadas e disciplinadas, o amparo ao reequilíbrio do corpo;

Quando em dificuldades materiais – são as colaborações de todas as ordens dos amigos, o amparo necessário a acreditarmos em dias melhores.

Poderíamos elencar diversos exemplos do amparo Divino em nosso benefício, mas, um dos mais oportunos é o convite do Mestre Jesus – “Vinde a mim, todos vós que estás aflitos e sobrecarregados, que Eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei comigo que sou brando e humilde de coração e achareis repouso para vossas almas, pois é suave o meu jugo e leve o meu fardo. ”

Texto do Evangelho para a semana: Capítulo VI – Item 2

SOCORRO E CONCURSO

“Quantos pães tendes? ” – Jesus

Observemos que o Senhor, diante da multidão faminta, não pergunta aos companheiros: – “de quantos pães necessitamos? ” Mas, sim, “quantos pães tendes?”.

A passagem denota a precaução de Jesus no sentido de alertar os discípulos para a necessidade de algo apresentar à Providência Divina como base para o socorro que suplicamos.

Em verdade, o Mestre conseguiu alimentar milhares de pessoas, mas não prescindiu das migalhas que os apóstolos lhe ofereciam.

O ensinamento é precioso para nossa experiência de oração.

Não vale rogar as concessões do Céu, alongando mãos vazias, com palavras brilhantes e comoventes, mas sim pedir a proteção de que carecemos, apresentando, em nosso favor, as possibilidades ainda que diminutas de nosso esforço próprio.

Não adianta solicitar as bênçãos do pão imobilizando os braços no gelo da preguiça, como é de todo impróprio rogar os talentos do amor, calcinando o coração no fogo do ódio.

Decerto, o Senhor operará maravilhas, no amparo a todos aqueles que te partilhem a marcha…

Dispensará socorro aos que amas, transformará o quadro social em que te situas e exaltará o templo doméstico em que respiras…

Contudo, para isso, é necessário lhe ofereças os recursos que já conseguistes amontoar em ti mesmo para a extensão do progresso e para a vitória do bem.

Não te esqueças, pois, de que no auxílio aos outros não prescindirá o Senhor do auxílio, pequenino embora, que deve encontrar em ti.

Do Livro: Palavras de Vida Eterna
Psicografia: Francisco Cândido Xavier
Pelo Espírito de Emmanuel