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SEMANA DO AMOR FRATERNAL

Semana de 19 a 25/06/2016

“O amor fraternal não tem interesse e deve impregnar nossos corações de maneira tal que sejamos um só e nos amemos uns aos outros assim como Cristo nos amou.”
Autor Desconhecido

AMIGOS

Amor fraterno é o amor entre irmãos. É o sentimento que deveríamos ter por toda a humanidade.
Quando Jesus nos ensinou que amássemos ao próximo como a nós mesmos, estava falando deste sentimento, da compreensão e respeito que devemos ter pelos nossos irmãos, filhos do mesmo Pai, entendendo que cada um está num patamar evolutivo e cada um dá aquilo que é capaz.
O convite para esta semana, é que nos esforcemos um pouco mais, tendo mais paciência em relação ao comportamento dos outros, lembrando que o nosso não é tão exemplar.
Agindo assim, estaremos exercitando a solidariedade e a compaixão fraternas, pois temos compromissos para com o nosso próximo.
Através do convívio, Deus nos dá oportunidades de exercitar e aprender com o outro o amor universal, a justiça e a fraternidade.

Texto do evangelho para a semana: Cap. VIII – item 19

AMOR FRATERNAL

A Terra é fundo abismo onde se multiplica o desespero e a amargura reina – afirma o pessimismo. Mas o amor fraternal, que não persegue nem objurga (repreende), coloca mãos à obra do soerguimento e tudo renova.
Viver entre os homens significa padecer em cada instante – assevera o ódio. Todavia, o amor fraternal toma as cruzes em que estão as criaturas de braços distendidos e transforma as traves em rotas luminosas para a liberdade.
Servir, amar, perdoar, são expressões utópicas da fraqueza dos vencidos – atesta a desesperação. Sem embargo, o amor fraternal serve, ama, perdoa, e gera clima de otimismo, onde a ruína semeara destruição.
Não valem os esforços e as renúncias para aqueles que estão caídos – atestam os que se deixaram tisnar (tostar) pela desdita. Porém, o amor fraternal se converte em degrau abençoado e por ele se elevam os que jazem no sofrimento, alçando-os ao cume da vitória.
A morte, sem dúvida alguma, é a veneranda porta de liberdade, graças as aniquilamento – impõe o cinismo materialista. E o amor fraternal rasga o túmulo, desvendando os enigmas da imortalidade para abrir os braços ao transeunte da via redentora.
Há sempre lugar para que o amor fraternal se manisfeste.
Se chove e alguém blasfema, ele aponta a alegria do campo que reverdece.
Se o sol arde e outrem reclama, ele fala do benefício da claridade que enseja trabalho dos que necessitam viver.
Se irrompe a guerra, ele é o caminho da paz.
Se governa a paz, faz-se o elo da fraternidade que faculta o progresso.
…O amor fraternal que recorda o herói anônimo que se ocultou nos trapos da carne para edificar a vida na humanidade de todos os tempos, é a alavanca promissora e eterna de que podes dispor para alçar os que caíram e te ergueres na direção da plenitude da vida.
…Quando as circunstâncias se manifestarem aziagas e as ocasiões se fizerem pessimistas, aplica o amor fraternal sem pressa, sem reproche, sem imposição, como alguém que dilui unguento balsâmico e perfumado sobre nodosa afecção orgânica e conta com o milagre do tempo para resolver o impasse.
Verás, então, reflorescer a esperança, renascer a alegria, ressurgir a felicidade onde há pouco sobrenadavam destroços, graças, agora, ao amor fraternal.

Do livro: Celeiro de Bençãos
De: Joanna de Ângelis
Psicografia de: Divaldo Pereira Franco