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SEMANA DA UNIÃO FAMILIAR

Semana de 22 a 28 de outubro

MÊS DA FAMÍLIA

“A família é ninho de amor, berço do aprendizado;
esteio e reconforto”.

“União familiar é a programação que Deus nos dá para que haja o Amor Universal entre os Espíritos unidos por um laço sanguíneo.”
Jader Amadi

AMIGOS

Sob o enfoque espírita, a família geralmente se liga por necessidades de ajustes e aprimoramento e torna-se um laboratório de experiências reparadoras. Será que damos o devido valor a esta oportunidade ímpar?
Perante nossa família somos nós mesmos, sem máscaras, somos espontâneos, mas como estamos acostumados com a convivência, nem percebemos o quanto nos modificamos com o passar do tempo.
Esta convivência tem o propósito do burilamento íntimo, unindo-nos cada vez mais, fortalecendo os laços familiares; do desafeto do passado, passamos ao amor incondicional.
A família serve de instrumento para o próprio equilíbrio e consequentemente para o equilíbrio social.
Que possamos continuar nesta proposta, desenvolvendo cada dia mais o respeito, a tolerância, a compreensão, a paciência, o amor e a união junto aos nossos familiares, pois são eles que nos impulsionam para a ascensão espiritual.

Texto do Evangelho – ESE – Cap. IV – item 19

PARENTES
“Mas se alguém não tem cuidado dos seus e principalmente dos da sua família, negou a fé e é pior do que o infiel.” – Paulo. (I Timóteo, 5:8.)

A casualidade não se encontra nos laços da parentela.
Princípios sutis da Lei funcionam nas ligações consanguíneas.
Impelidos pelas causas do passado a reunir-nos no presente, é indispensável pagar com alegria os débitos que nos imanam a alguns corações, a fim de que venhamos a solver nossas dívidas para com a Humanidade.
Inútil é a fuga dos credores que respiram conosco sob o mesmo teto, porque o tempo nos aguardará implacável, constrangendo-nos à liquidação de todos os compromissos.
Temos companheiros de voz adocicada e edificante na propaganda salvacionista, que se fazem verdadeiros trovões de intolerância na atmosfera caseira, acumulando energias desequilibradas em torno das próprias tarefas.
Sem dúvida, a equipe familiar no mundo nem sempre é um jardim de flores. Por vezes, é um espinheiro de preocupações e de angústias, reclamando-nos sacrifício. Contudo, embora necessitemos de firmeza nas atitudes para temperar a afetividade que nos é própria, jamais conseguiremos sanar as feridas do nosso ambiente particular com o chicote da violência ou com o emplastro do desleixo.
Consoante a advertência do Apóstolo, se nos falha o cuidado para com a própria família, estaremos negando a fé.
Os parentes são obras de amor que o Pai Compassivo nos deu a realizar. Ajudemo-los, através da cooperação e do carinho, atendendo aos desígnios da verdadeira fraternidade. Somente adestrando paciência e compreensão, tolerância e bondade, na praia estreita do lar, é que nos habilitaremos a servir com vitória, no mar das grandes experiências.

Do livro: Fonte Viva
De: Emmanuel
Psicografia de: Francisco Cândido Xavier