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SEMANA DA UNIÃO FAMILIAR

Colaboração de um grupo de trabalho da casa

“Nossos familiares são os grandes auxiliares do nosso progresso”.
Roque Jacinto

Amigos do Grupo

Aproveitemos esta semana, em que comemoramos o “Dia dos Pais” para agradecer ao nosso Pai Maior pela magnífica oportunidade da convivência familiar.
Se nosso relacionamento familiar é harmonioso e feliz, agradeçamos pelo carinho e aconchego que reina em nosso lar.
Se por outro lado, é difícil e conflituoso, agradeçamos pela oportunidade redentora do ajuste e da correção dos equívocos do passado.
Um dos atributos Divino é a justiça; confiemos, pois, na justiça de Deus e procuremos compreender que se fomos colocados sob o mesmo teto, é para que possamos nos reconciliar, corrigir a rota e juntos seguirmos a jornada para o cumprimento dos propósitos Maiores.

Encaremos cada um dos nossos familiares, como um poderoso auxiliar no desenvolvimento das potencialidades latentes que se encontram em cada um de nós, como: a paciência, a benevolência, a doação, a caridade e o amor; virtudes que se desenvolvidas, certamente nos impulsionarão para o tão almejado progresso espiritual.

Texto do Evangelho para a semana: A reencarnação fortalece os laços de família, ao passo que a unicidade da existência os rompe.
Capítulo: IV-Item: 18 e 19

PARENTELA

Nos círculos da fé, vários candidatos à posição de discípulos de Jesus queixam-se da sistemática oposição dos parentes, com respeito aos princípios que adotaram para as aquisições de ordem religiosa.
Nem sempre os laços de sangue reúnem as almas essencialmente afins.
Frequentemente, pelas imposições da consanguinidade, grandes inimigos são obrigados ao abraço diuturno, sob o mesmo teto.
É razoável sugerir-se uma divisão entre os conceitos de “família” e “parentela”.
O primeiro constituiria o símbolo dos laços eternos do amor, o segundo significaria o cadinho de lutas, por vezes árduas, em que devemos diluir as imperfeições dos sentimentos, fundindo-os na liga divina do amor para a eternidade.
A família não seria a parentela, mas a parentela converter-se-ia, mais tarde, nas santas expressões da família.
Recordamos tais conceitos, a fim de acordar a vigilância dos companheiros menos avisados.
A caminho de Jesus, será útil abandonar a esfera de maledicências e incompreensões de parentela e pautar os atos na execução do dever mais sublime, sem esmorecer na exemplificação, porquanto, assim, o aprendiz fiel estará exortando-a, sem palavras, a participar dos direitos da família maior, que é a de Jesus Cristo.

Texto do livro: Caminho, Verdade e Vida
Pelo Espírito: Emmanuel
Psicografia: Francisco Cândido Xavier

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