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SEMANA DA TOLERÂNCIA

A lei de ouro do comportamento é a tolerância mútua, já que nunca pensaremos todos da mesma maneira, já que nunca veremos senão uma parte da verdade e sob ângulos diversos.
Mahatma Gandhi

AMIGOS

Vivemos hoje numa sociedade em que as pessoas se agridem por motivo nenhum.
Se um colega olha diferente já se tira satisfações. Se um garçom entrega um prato errado já é motivo para brigas e ofensas. Se alguém disca seu número por engano o mal humor se instala. Dentro do ônibus, na fila do banco, na beira da praia: todo local serve de ringue para agressões desmedidas
Aceitar as diferenças e respeitar os direitos das pessoas torna-se uma virtude indispensável diante de um mundo repleto de motivações negativas que interferem no estabelecimento de uma boa convivência.
Tolerância é um termo que vem do latim “tolerare” que significa “suportar”, “aceitar”.
A tolerância é o ato de indulgência perante algo que não se quer ou que não se pode impedir. É uma atitude fundamental para quem vive em sociedade, pois uma pessoa tolerante normalmente sabe aceitar opiniões ou comportamentos diferentes daqueles estabelecidos pelo seu meio social.
Num mundo onde as pessoas geralmente buscam apenas a satisfação própria, ser tolerante é ter o dom, do qual não se pode abrir mão, de reconhecer no próximo um ser humano que tem os mesmos direitos e necessidades que qualquer outro cidadão.
Nesse sentido, ser tolerante é mostrar-se detentor de uma sabedoria necessária, pois como não se é possível conviver sem dependências, o mais sábio é a busca pelo bom relacionamento, visto que ninguém consegue alcançar o sucesso sozinho.

A questão 886 de o livro dos Espíritos resume o sentido da caridade como entendia Jesus; “Benevolência para com todos, indulgência para com as imperfeições alheias e perdão das ofensas”.
Tolerar, portanto, é: dar a sua melhor parte para a harmonia e equilíbrio do todo.

Texto do Evangelho para a semana: Capítulo XI “Amar ao próximo como a si mesmo” – item 4

Círculo da Tolerância

Um famoso senhor com poder de decisão, gritou com um diretor da sua empresa porque estava com ódio naquele momento.
O diretor, chegando em casa, gritou com sua esposa, acusando-a de que estava gastando demais, porque havia um bom e farto almoço à mesa.
Sua esposa gritou com a empregada que quebrou um prato.
A empregada chutou o cachorrinho no qual tropeçara.
O cachorrinho saiu correndo e mordeu uma senhora que ia passando pela rua, porque estava atrapalhando sua saída pelo portão.
Essa senhora foi à farmácia para tomar vacina e fazer um curativo e gritou com o farmacêutico, porque a vacina doeu ao ser-lhe aplicada.
O farmacêutico, chegando em casa, gritou com sua mãe, porque o jantar não estava do seu agrado.
Sua mãe, tolerante, um manancial de amor e perdão, afagou seus cabelos e beijou-o na testa, dizendo-lhe:
– “Filho querido, prometo-lhe que amanhã farei os seus doces favoritos. Você trabalha muito, está cansado e precisa de uma boa noite de sono. Vou trocar os lençóis da sua cama, colocarei outros bem limpinhos e cheirosos para que você descanse em paz. Amanhã você vai se sentir melhor. ”
E abençoou-o, retirando-se e deixando-o sozinho com os seus pensamentos.
Naquele momento, rompeu-se o círculo do ódio, porque ele esbarrou com a TOLERÂNCIA, a DOÇURA, o PERDÃO e o AMOR.
Se você está, ou se o colocaram em um círculo do ódio, lembre-se de que com TOLERÂNCIA, DOÇURA, PERDÃO e AMOR pode-se quebrá-lo.

Autor Desconhecido