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SEMANA DA SOLIDARIEDADE

“Solidariedade é, sobretudo, doação de tesouros espirituais, que não sofrem jamais a destruidora ação do tempo.”

Emmanuel

Amigos do Grupo

Amar ao próximo como a si mesmo, falou Jesus. O Amor incondicional tem uma de suas portas aberta pela solidariedade. Muitas das vezes uma palavra de coragem, um olhar fraterno, um gesto amigo, constitui para o doador e principalmente para o receptor, a luz a dissipar as nuvens do medo, o alívio da angústia, a libertação das algemas do ódio.

A solidariedade material é justa e muitos necessitam dela, mas, maiores são os necessitados de compreensão, de equilíbrio emocional, de equilíbrio moral, cuja aparência ilusória esconde verdadeiras calamidades.

O alerta para Orar e Vigiar ensinado pelo Mestre pode ser extensivo a percebermos no próximo, aquelas necessidades que só podem ser vistas pelos olhos do coração. Lembremo-nos sempre do Divino Amigo, que não tinha onde encostar a cabeça, mas foi o maior exemplo de solidariedade de todos os tempos.

Texto do Evangelho para a semana:
Cap. XIII – itens 18 – “Não saiba a vossa mão esquerda o que dê a vossa mão direita”

SOLIDARIEDADE

Realmente, na Terra, é mais fácil chorar com os que choram. Em muitas circunstâncias, mágoas alheias servem de consolação para nossas mágoas. Quem carrega fardos enormes como que nos estimula a suportar os estorvos leves.

Num desastre qualquer, que nos teria colhido, inclinamo-nos, comovidamente, para as vítimas, guardando, muita vez, a ilusão de que fomos agraciados por Deus, como se a responsabilidade de moratórias e empréstimos, que nos são concedidos pela Misericórdia Divina, dentro da Lei, fosse para nós regime de favoritismo e exceção.

Ajudar aos que se encontram em provações maiores que as nossas é caridade sublime; no entanto, é forçoso reconhecer que aconselhar paciência aos que choram, na posição de superiores tranqüilos, é o mesmo que falar à margem de um problema, sem estar dentro dele. Com isso, não queremos diminuir o valor da beneficência. Sem ela, nossas mãos se fariam garras de usura e o egoísmo transformaria a Terra num manicômio.

Desejamos simplesmente afirmar que é mais fácil chorar com os que choram, que alegrar-se alguém com os que se alegram; porquanto, ajudar com o pão ou com a alegria que nos sobram é ato que podemos realizar sem dificuldade, ao passo que, para regozijar-nos com o regozijo dos outros, sem qualquer ponta de inveja ou despeito, é preciso trazermos suficiente amor puro no coração.

Do livro: Palavras de Vida Eterna
Pelo Espírito: Emmanuel
Psicografia de: Francisco Cândido Xavier