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SEMANA DA SERIEDADE

“Entregue-se a viver com vontade e seriedade para que toda empreitada tenha êxito. No final verá que vale a pena ser sério.”

Bruno Calil Fonseca

Amigo do Grupo

A vida é coisa séria, e com seriedade deve ser vivida.
Seriedade não é sisudez, carranquice, cara feia, falta de riso.
Seriedade é encarar a vida com responsabilidade, maturidade. Rir das coisas que merecem um sorriso, sem exagero, sem desequilíbrio.
Não podemos passar pela vida como se aqui estivéssemos em férias para nos divertir e nada mais. Esta vida, esta reencarnação é uma valiosa oportunidade de crescimento e aprendizado. Diz um dito popular que tudo o que merece ser feito merece ser bem feito. Se profissionais não fazem com seriedade seu trabalho todos saímos prejudicados, se pais não cuidam com seriedade da educação e criação de seus filhos, toda a sociedade sai perdendo, se Kardec não encarasse com seriedade e competência sua missão, estaríamos hoje ainda campeando respostas para nossas dúvidas.

É preciso seriedade frente a vida, frente a família, frente aos nossos compromissos assumidos porque o tempo passado na irresponsabilidade não volta e como diz André Luiz – “ desperdiçar tempo é esbanjar patrimônio divino”.

Texto do Evangelho para a semana:
Capítulo 18 – Itens 13, 14 e 15 – “Dar-se-a àquele que tem”

Dever de Servir

Em matéria de beneficência, todos estamos na obrigação de doar algo de nós à vida que nos cerca.
E isso não sucede tão somente a nós, as criaturas que atingimos a razão, mas igualmente a todos os seres.
Minerais fornecem agentes químicos.
Vegetais distribuem utilidades múltiplas.
No reino animal, milhões de vidas trabalham e se sacrificam a benefício do homem: camelos que o transportam, ovelhas que o vestem, cães que o auxiliam e bovinos que o alimentam.
Todos nos achamos convocados a entregar a nossa cooperação pelo bem geral.
Acontece, no entanto, que na criatura humana, o discernimento conquistado cria o problema da livre aceitação do dever de servir.
Todos nos reconhecemos indicados para oferecer o melhor de nós para que apareça o melhor dos outros em auxílio de todos.
Desfrutando, porém, do atributo divino de contribuir conscientemente na Criação Universal e não constando a violência da Obra de Deus, o homem, muitas vezes, quando se vê compelido pelas forças da vida a fazer o melhor de si a benefício do progresso comum, oferece ingredientes negativos à engrenagem do destino, que ele próprio se incumbe de suprimir depois do erro cometido, despendendo tempo e força para reajustar o que ele mesmo desequilibrou.
Consideremos a nossa parcela de trabalho na economia da existência.
Importa observar, entretanto, que qualidade de observação doamos de nós e o modo pelo qual entregamos a quota de serviço ao mundo, junta às pessoas e ocorrências que nos cercam, porque embora sejamos livres no espírito e responsáveis na ação, todos, na essência, somos canais vivos de Deus.

Do livro: Encontro de Paz
Psicografia: Chico Xavier
Espírito: Emmanuel