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SEMANA DA PRÁTICA DO BEM

Cumpre ao homem fazer o bem, no limite das suas forças, porquanto responderá pelo mal que resulte de não haver praticado o bem”.
“Allan Kardec – Questão 642 de O Livro dos Espíritos”

Amigos

Há algumas semanas tivemos um projeto nos convidando a desenvolver o bem em nós, compreender o que seja o bem e aprender a fazer uso dele.
Hoje nosso convite é para a prática do bem. Colocar a mão na massa. Nenhum de nós é tão pequeno que não possa no seu dia a dia fazer um bem para alguém. Precisamos ao sair daqui, por em prática, com os que se aproximam de nós, um sorriso sincero, uma palavra de bom ânimo, um gesto de compreensão, uma visita a um doente, um prato de comida, um serviço manual para uma instituição, uma oração por alguém em aflição.
Não podemos mais alegar que não sabemos como praticar o bem, pois Jesus nos mostrou o tempo todo em tantos exemplos como devemos agir.
Todos têm condições de fazer algo de bom pelo próximo. Principalmente dentro da própria família. As vezes calar à uma provocação já é um bem pela paz familiar, buscar um trabalho voluntário, é uma forma de fazer o bem.
Muitas lições já tivemos, agora é hora de por em ação o que aprendemos, ajudarmos a tornar este mundo melhor.

Texto do evangelho – Capitulo XV item 6 – A caridade segundo São Paulo

EXERCÍCIO DO BEM

“Mas ajuntai tesouros no Céu, onde nem a traça nem a ferrugem consomem, e onde os ladrões não minam e nem roubam.” – JESUS – MATEUS, 6: 20.

“Sede bons e caridosos: essa a chave dos céus, chave que tendes em vossas mãos.
Toda a eterna felicidade se contém nesse preceito: Amai-vos uns aos outros.”

Comumente inventamos toda a espécie de pretextos para recusar os deveres que nos constrangem ao exercício do bem.
Amolentados no reconforto, e instalados egoisticamente em vantagens pessoais, no imediatismo do mundo, não ignoramos que é preciso agir e servir na solidariedade humana, todavia, derramamos desculpas a rodo, escondendo teimosia e mascarando deserção.
Confessamo-nos incompetentes.
Alegamos cansaço.
Afirmamo-nos sem tempo.
Declaramo-nos enfermos.
Destacamos a necessidade da vigilância na contenção do vício.
Reclamamos cooperação.
Aqui e ali empregamos expressões crônicas que nos justifiquem a fuga, como sejam “muito difícil”, “impossível”, “melhor esperar”, “vamos ver” e ponderamos vagamente quanto aos arrependimentos que nos amarguram o coração e complicam a vida à face de sentimentos, ideias, palavras e atos infelizes a que em outras ocasiões, nos precipitamos de maneira, impensada.
Na maioria das vezes, para o bem exigimos o atendimento a preceitos e cálculos, enquanto que para o mal apenas de raro em raro imaginamos consequências.
Entretanto, o conhecimento, do bem para que o bem se realize é de tamanha importância que o apóstolo Tiago afirma no versículo 17 do capítulo 4 de sua carta, no Evangelho “Todo aquele que sabe fazer o bem e não o faz comete falta”.
E dezenove séculos depois dele os instrutores desencarnados que supervisionaram a obra de Allan Kardec desenvolveram o ensinamento ainda mais, explicando na Questão 642 de O Livro dos Espíritos – ”Cumpre ao homem fazer o bem, no limite das suas forças, porquanto responderá pelo mal que resulte de não haver praticado o bem”.
O Espiritismo, dessa forma, definindo-se não apenas como sendo a religião da verdade e do amor, mas também da justiça e da responsabilidade, vem esclarecer-nos que responderemos, não só pelo mal que houvermos feito, mas igualmente pelo mal que decorra, do nosso comodismo em não praticando o bem que nos cabe fazer.

Livro da Esperança
Psicografia Francisco Cândido Xavier – Espírito Emmanuel