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SEMANA DA PLENITUDE

“Quando comecei a me amar, desisti de ficar revivendo o passado e de me preocupar com o futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece”. Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é …Plenitude.
Charles Chaplin

Amigos do Grupo

A palavra Plenitude conforme observado nos dicionários significa o “Estado do que é completo, inteiro, cheio”. A decisão de Chaplin de desistir de reviver o passado e de se preocupar com o futuro é lição reflexiva para as nossas vidas. Ele não falava da falta de memória ou de planejamento, mais sim da importância demasiada que muitas vezes damos as lembranças e/ou as expectativas.

Quando agimos assim perdemos a oportunidade de vivermos os detalhes de cada instante, da transformação que ocorre em cada lapso de segundo, quando da nossa ação e reação na interação com tudo o que nos cerca.

As boas ações do passado tiveram o seu momento, a vontade de nos tornarmos melhores e de ajudarmos aos nossos irmãos é futuro se não agirmos no presente. Jesus viveu a Plenitude do Amor em todos os momentos “e todos nós recebemos também da sua Plenitude…”. Estamos na hora, no lugar e convivendo com as pessoas facilitadoras da nossa evolução. Trabalhemos irmãos.

Texto do Evangelho para a semana:
Capitulo: XVII – Item 10 – “O Homem no Mundo”

No Plano do Bem

“…Trabalhe, fazendo com as mãos o que é bom, para que tenha que repartir com o que tiver necessidade.” – Paulo (Efésios, 4:28.)

Acreditas na fraternidade e esperas que ela reine sobre as criaturas sem a imposição de conflitos quaisquer.

Aspiras, como é natural, a viver num mundo sem rixa de classes.

Almejas a luz da nova era em que o homem seja espontaneamente o irmão do homem, liquidando, sem exigência, as dificuldades um do outro.

Dói-te ao coração ver o supérfluo e a penúria, lado a lado, estimulando a loucura do excesso e o martírio da fome.

Queres que a abastança suprima a carência.

Reclamas a melhoria do nível de vida, principalmente para os que choram em privação.

Para que o bem apareça, contudo, não aguardemos que semelhantes luzes venham inicialmente dos outros. Comecemos de nós, sem demandar com alguém, ou contra alguém.

O apóstolo Paulo, nesse sentido, nos ofereceu, há quase dois milênios, indicação das mais valiosas.

Cada um, diz ele, “trabalhe, fazendo com as mãos o que seja bom, para que tenha que repartir com o que tiver necessidade.”

Sejamos honestos e reconheçamos com a verdade que se nos consagramos ao serviço, produzindo, de nós mesmos, o que seja proveitoso para o bem geral, cada um de nós terá o que dividir a benefício dos outros, sem a mínima idéia de queixa e sem qualquer motivo à rebelião.

Do livro: Palavras de Vida Eterna
Pelo Espírito: Emmanuel
Psicografia de: Francisco Candido Xavier