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SEMANA DA PIEDADE

“Piedade – Virtude irmã da caridade que nos aproxima dos anjos e nos conduz até Deus”.
E.S.E.

AMIGOS

O que significa ser piedoso?
Ser piedoso significa amar sem condição, entender o momento do outro sem recriminá-lo, respeitar sem cobrar, sem exigir reconhecimento, sem humilhar.
Ser piedoso é agir com o coração, não é sentir pelo outro, mas sentir com o outro.
Todos trazemos no coração esta centelha de amor que precisa do nosso esforço fraterno para expandir-se e, para isso é preciso aprender a ser “puros de coração”, como ensinou Jesus.
Sem amor não praticamos a verdadeira piedade, apenas sentimos “pena”, mas não piedade.
Aproveitemos esta semana para pensar um pouquinho sobre como entendemos e vivenciamos a piedade no nosso dia a dia.
Peçamos, em nossas preces, forças para perseverar na busca do aprimoramento dessa sublime virtude, na nossa vida e que nos aproximará cada vez mais de Deus, nosso Pai e Criador.

Texto do Evangelho para a semana: Cap. XIII – Item 17 – PIEDADE

PIEDADE

“Mas é grande ganho a piedade com contentamento.”
– Paulo. (I Timóteo, 6:6)

Fala-se muito em piedade na Terra, todavia, quando assinalamos referências a semelhante virtude, dificilmente discernimos entre compaixão e humilhação.
– Ajudo, mas este homem é um viciado.
– Atenderei, entretanto, essa mulher é ignorante e má.
– Penalizo-me, contudo, esse irmão é ingrato e cruel.
– Compadeço-me, todavia, trata-se de pessoa imprestável.
Tais afirmativas são reiteradas a cada passo por lábios que se afirmam cristãos.
Realmente, de maneira geral, só encontramos na Terra essa compaixão de voz macia e mãos espinhosas.
Deita mel e veneno.
Balsamiza feridas e dilacera-as.
Estende os braços e cobra dívidas de reconhecimento.
Socorre e espanca.
Ampara e desestimula.
Oferece boas palavras e lança reptos hostis.
Sacia a fome dos viajores de experiência com pães recheados de fel.
A verdadeira piedade, no entanto, é filha legítima do amor.
Não perde tempo na identificação do mal.
Interessa-se excessivamente no bem para descurar-se dele em troca de ninharias e sabe que o minuto é precioso na economia da vida.
O Evangelho não nos fala dessa piedade mentirosa, cheia de ilusões e exigências. Quem revela energia suficiente para abraçar a vida cristã, encontra recursos de auxiliar alegremente. Não se prende às teias da crítica destrutiva e sabe semear o bem, fortificar-lhe os germens, cultivar-lhe os rebentos e esperar-lhe a frutificação.
Diz-nos Paulo que a “piedade com contentamento” é “grande ganho” para a alma e, em verdade, não sabemos de outra que nos possa trazer prosperidade ao coração.

Texto extraído do livro: PÃO NOSSO
Pelo espírito: EMMANUEL
Psicografia de: FRANCISCO CÂNDISO XAVIER