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SEMANA DA PAZ INTERIOR

“Somente a consciência do dever cumprido pode nos trazer a paz interior.”
Joanna de Angelis

Amigos do Grupo

A paz é um dos tesouros mais desejados nos dias atuais. Muito se tem investido para se conseguir um pouco desse bem tão precioso.
Se nós mantivermos acesa a chama da paz em nossa intimidade, então poderemos acreditar que a paz mundial está bem próxima, porque, na verdade, a paz do mundo começa no íntimo de cada um de nós. Importante que, na busca pela paz não venhamos a ser causadores de desordens e violência. A paz interior esta na consciência do dever cumprido, na sensação de ter auxiliado o outro, na caridade feita com amor, no dar sem interesse, no calar-se na hora oportuna, no corpo cansado após o trabalho feito, na oração feita com profunda fé e confiança em Deus.
Criando um ambiente de paz na própria intimidade, poderemos colaborar numa ação efetiva para que a paz reine em nosso lar, primeiramente, e, depois possa se estender mundo afora.
Se uma pessoa estiver permanentemente em ação de paz, o mundo à sua volta se beneficiará com essa atitude e ela sentirá pela lei da atração a paz junto a si. Se a paz mundial ainda não é realidade em nosso planeta, façamos paz em nosso mundo íntimo captando a paz de nosso Mestre Jesus: “A paz vos deixo a minha paz vos dou.”

Texto do Evangelho – capítulo V – item 25 – A Melancolia

AÇÃO DE PAZ.

“Aflição condensada é semelhante à bomba de estopim curto, pronta a explodir a qualquer contato esfogueante.
Indispensável saber preservar a tranqüilidade própria, de modo a sermos úteis na extinção dessa ou daquela dificuldade.
Decerto que para cooperar no estabelecimento da paz, não nos seria lícito interpretar a calma por inércia.
Paciência é a compreensão que age sem barulho, em apoio da segurança geral.
Refletindo com acerto, recebe a hora de crise sem qualquer idéia de violência, porque a violência sempre induz ao estrangulamento da oportunidade de auxiliar.
Diante de qualquer informação desastrosa, busca revestir-te com a serenidade possível para que não te transformes num problema, pesando no problema que a vida te pede resolver.
Não afogues o pensamento nas nuvens do pessimismo, mentalizando ocorrências infelizes que provavelmente jamais aparecerão.
Evita julgar pessoas e situações em sentido negativo para que o arrependimento não te corroa as forças do espírito.
Se te encontras diante de um caso de agressão, não respondas com outra agressão, a fim de que a intemperança mental não te precipite na vala da delinqüência.
Pacifica a própria sensibilidade, para que a razão te oriente os impulsos.
Se conservas o hábito de orar, recorre à prece nos instantes difíceis, mas se não possuis essa bênção, medita suficientemente antes de falar ou de agir.
Os impactos emocionais, em qualquer parte, surgem na estrada de todos; guarda, por isso, a fé em Deus e em ti mesmo, de maneira a que não te afastes da paz interior, a fim de que nas horas sombrias da existência possa a tua paz converter-se em abençoada luz.”

Do livro Urgência Espírito Emmanuel, psicografia de Francisco C. Xavier.