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SEMANA DA PÁTRIA

“Multiplicai a célula, e tendes o organismo. Multiplicai a família, e tereis a pátria.”
Rui Barbosa

AMIGOS DO GRUPO

A PÁTRIA É A FAMÍLIA AMPLIFICADA
“O sentimento que divide, inimiza, retalia, detrai, amaldiçoa, persegue, não será jamais o da pátria. A Pátria é a família amplificada.
E a família, divinamente constituída, tem por elementos orgânicos a honra, a disciplina, a fidelidade, a benquerença, o sacrifício. É uma harmonia instintiva de vontades, uma desestudada permuta de abnegações, um tecido vivente de almas entrelaçadas. Multiplicai a célula, e tendes o organismo.
Multiplicai a família, e tereis a pátria. Sempre o mesmo plasma, a mesma substância nervosa, a mesma circulação sanguínea. Os homens não inventaram, antes adulteraram a fraternidade, de que Cristo lhes dera a fórmula sublime, ensinando-os a se amarem uns aos outros: “Diliges proximum tuuum sicut te ipsum”.( Amarás ao próximo como a ti mesmo.)
Dilatai a fraternidade cristã, e chegareis das afeições individuais às solidariedades coletivas, da família à nação, da nação à humanidade.
A pátria não é ninguém: são todos; e cada qual tem no seio dela o mesmo direito à ideia, à palavra, à associação.
A pátria não é um sistema, nem é uma seita, nem um monopólio, nenhuma forma de governo: é o céu, o solo, o povo, a tradição, a consciência, o lar, o berço dos filhos e o túmulo dos antepassados, a comunhão da lei, da língua e da liberdade. Os que a servem são os que não invejam, os que não inflamam, os que não conspiram, os que não sublevam, os que não desalentam, os que não emudecem, os que não se acobardam, mas resistem, mas ensinam, mas esforçam, mas pacificam, mas discutem, mas praticam a justiça, a admiração, o entusiasmo. Porque todos os sentimentos grandes são benignos e residem originariamente no amor.

Texto – PATRIOTISMO POR RUI BARBOSA/1903: Do site da internet – Instituto AGOGE

Texto do Evangelho – cap. XVII item 7 – O Dever

BRASIL
OLAVO BILAC

Desde o Nilo famoso, aberto ao sol da graça,
Da virtude ateniense à grandeza espartana,
O anjo triste da paz chora e se desengana,
Em vão plantando o amor que o ódio despedaça,

Tribos, tronos, nações… tudo se esfuma e passa.
Mas o torvo dragão da guerra soberana
Ruge, fere, destrói e se alteia e se ufana,
Disputando o poder e denegrindo a raça.

Eis, porém, que o Senhor, na América nascente,
Acende nova luz em novo continente
Para a restauração do homem exausto e velho.

E aparece o Brasil que, valoroso, avança,
Encerrando consigo, em láureas de esperança,
O Coração do Mundo e a Pátria do Evangelho.

BRASIL
Pedro de Alcântara (Dom Pedro II)

Sopra o vento do Ódio e da Vingança,
Aniquilando a Paz do mundo inteiro,
Embora o Amor Divino do Cordeiro
Seja a fonte da Bem aventurança.

Mas a terra ditosa da Esperança
Vive nas claridades do Cruzeiro,
Onde o Evangelho é o Doce Mensageiro
Das bênçãos da Verdade e da Bonança.

Meu Brasil, guarda a luz dessa vitória,
Que é o mais belo florão de tua glória
Nos caminhos da espiritualidade.

Ama a Deus. Faze o bem. Todo o problema
Está na compreensão clara e suprema
Do Trabalho, do Amor e da Verdade.

Livro – PARNASO DE ALÉM TÚMULO – Psic. Chico Xavier/ Espíritos Diversos

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