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SEMANA DA MANSUETUDE

“Virtude não é flor ornamental. É fruto do esforço próprio que você deve usar e engrandecer no momento oportuno ”.
André Luiz

Amigos do Grupo

A mansuetude, a doçura e a serenidade perante situações adversas costumam ser confundidas com a covardia e o comodismo. É lógico que isto não ocorreria se umas pessoas não vivessem julgando as outras, mas a aprovação ou desaprovação social e familiar podem realmente influenciar comportamentos e gerar reações que só prejudicam e dificultam o encaminhamento das soluções.
Alguém que não responde à mesma altura a uma ofensa, na nossa sociedade, é tido como covarde. Para não ser chamado de covarde, alguém pode ser levado a tomar atitudes de que se arrependa posteriormente.
Mas evitar a violência – seja em palavras ou ações – não significa medo nem falta de coragem. Pelo contrário, é uma prova de força, inteligência e humildade, pois quase sempre é preciso muito mais força para resistir ao desejo de revidar que pura e simplesmente dar vazão a um instinto inferior.
Isto, sem se falar ainda naquelas pessoas que já acordam de manhã brigando com a vida, detestando tudo (como aquele Smurf enfezado dos desenhos animados), reclamando do calor e do frio, da chuva e do sol, da comida e do trabalho…
Quantas vezes começamos brigas inúteis, conosco mesmos, com a Natureza e com os outros, que acabaram em nada e que pouca coisa mudaria se não tivessem acontecido?
Sempre que fizemos isto, desprezamos nossa qualidade de seres racionais para agir por puro impulso, com prejuízo para nós mesmos. Fizemos o que era mais fácil, não o melhor.
Enquanto isso, a opção pela mansuetude é um ato de vontade que exige força e coragem para ser mantido. Sermos nós mesmos, seguir sempre nossa consciência a par das opiniões alheias: esta é a grande luta diária do ser humano.
Aceitar as reviravoltas da vida como parte do processo de crescimento espiritual, sem medo nem desespero, mantendo a leveza e a alegria – aí reside a coragem.
E, se alguma dúvida restar quanto a isto, fiquemos com estas palavras de Lázaro bem gravadas em nossa mente:
A obediência e a resignação são forças ativas, porque carregam o fardo das provas que a revolta insensata deixa cair.
Rita Foelker

Texto do Evangelho para a semana:
Capitulo: IX – Item 6 – A afabilidade e a doçura

Festa Íntima

Quando podes reagir, reivindicando vantagens que te pertencem, usurpadas por outrem e nada reclamas, mantendo tolerância e renúncia nas próprias atitudes…

Quando ouves referências que te ferem a vida particular e guardas silêncio…

Quando sabes que alguém te prejudica conscientemente e procuras encontrar um caminho de paz, para te afastares do problema, discretamente, sem aborrecer a quem te aborrece…

Quando sofres acusações indébitas sem te queixares…

Quando atravessas difíceis provas domésticas e sociais, sustentando os que te cercam, sem entender as complicações de que te vês objeto…

Quando carregas com paciência os fardos de trabalho e responsabilidade abandonados em teus ombros por outros irmãos…

Quando suportas tentações, que se te fazem endereçadas por outras pessoas, recusando-lhes os alvitres sem ofendê-las…

Quando choras, diante de impedimentos amontoados por irmãos infelizes em torno de ti, para que te afastes do serviço e continuas trabalhando sem queixas…

Então haverão chegado em teu favor os instantes de festa íntima, de vez que, em todas as ocasiões, nas quais superamos as próprias inferioridades, alcançamos um degrau acima, na conquista de nossa própria sublimação.

Texto do Livro: HOJE
Pelo Espírito: Emmanuel
Psicografia de: Francisco Cândido Xavier

Projeto elaborado com contribuição de um trabalhador da casa.

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