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SEMANA DA FAMÍLIA

“Começa na família a tua obra de extensão à fraternidade geral.”
Joana de Ângelis

AMIGOS DO GRUPO

FAMÍLIA – muitos a chamam de Vinha de Luz, outros lhe dizem é uma Cruz! Cadinho para uns, ninho para outros. É harmonia para as Almas afins que se rejubilam pelo reencontro. É o grilhão de redenção para os irmãos que em outra reencarnação não entenderam os benefícios do perdão. Em quaisquer circunstâncias o Verbo principal que deve reger seus integrantes é o de SERVIR.

Sem sombra de dúvida que é na família o nosso mais difícil meio de convivência. Por mais que nos amemos, sempre surgem alguns problemas que nos levam a refletir sobre o porquê da nossa ligação. É que Deus nos dá sempre a oportunidade no local onde temos mais chances de crescimento.

Para isto é necessário que aprendamos a confiar nos nossos familiares e nos façamos dignos de sua confiança. O perdão, a indulgência e a benevolência são ingredientes fundamentais para o equilíbrio do convívio familiar.

Que cada integrante de nossa família saiba que, de coração, faremos por eles tudo o que estiver ao nosso alcance, pelo seu bem estar, pela sua paz, pela sua felicidade. O Cristo nos ensinou a “Honrar Pai e Mãe”, nos mostrando a importância da família em nossa Vida.

Texto do Evangelho para a semana:
Capítulo: XIV – item 9 (Parágrafos de 1 a 4)

Em família

A luta em família é problema fundamental da redenção do homem na Terra. Como seremos benfeitores de cem ou mil pessoas, se ainda não aprendemos a servir cinco ou dez criaturas? Esta é indagação lógica que se estende a todos os discípulos sinceros do Cristianismo.

Bom pregador e mau servidor são dois títulos que se não coadunam.
O apóstolo aconselha o exercício da piedade no centro das atividades domésticas, entretanto, não alude à piedade que chora sem coragem ante os enigmas aflitivos, mas àquela que conhece as zonas nevrálgicas da casa e se esforça por eliminá-las, aguardando a decisão divina a seu tempo.

Conhecemos numerosos irmãos que se sentem sozinhos, espiritualmente, entre os que se lhes agregaram ao círculo pessoal, através dos laços consanguíneos, entregando-se, por isso, a lamentável desânimo.

É imprescindível, contudo, examinar a transitoriedade das ligações corpóreas, ponderando que não existem uniões casuais no lar terreno. Preponderam ai, por enquanto, as provas salvadoras ou regenerativas. Ninguém despreze, portanto, esse campo sagrado de serviço por mais se sinta acabrunhado na incompreensão. Constituiria falta grave esquecer-lhe as infinitas possibilidades de trabalho iluminativo.

É impossível auxiliar o mundo, quando ainda não conseguimos ser úteis nem mesmo a uma casa pequena – aquela em que a Vontade do Pai nos situou, a título precário.

Antes da grande projeção pessoal na obra coletiva, aprenda o discípulo a cooperar, em favor dos familiares, no dia de hoje, convicto de que semelhante esforço representa realização essencial.

Do Livro: Pão Nosso
Psicografia: Francisco Cândido Xavier
Pelo Espírito: Emmanuel

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