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SEMANA DA COOPERAÇÃO

Semana de 19 à 25/02

“Sem cooperação, não poderia existir amor, e o amor é a força de Deus, que equilibra o Universo.”
Emmanuel

AMIGOS

Tudo na vida exige cooperação. Necessitamos da cooperação de companheiros encarnados e desencarnados e nem sequer nos damos conta.
Em cada momento do nosso dia, precisamos de alguém. Tudo o que usamos alguém planejou, alguém construiu, muitos trabalharam para que chegasse às nossas mãos. Os alimentos que consumimos, alguém plantou, cuidou, enfim, tudo o que nos rodeia, só está entre nós, porque alguém dispôs do seu tempo para nos servir.
Pais, mães, irmãos, toda a família coopera e cooperou para chegarmos até este momento. Quantos amigos espirituais não fizeram e fazem parte da nossa vida, nos protegendo, nos orientando.
Que esta seja uma semana de reflexões e agradecimentos a todos que nos servem, sejam conhecidos ou não, vistos com os olhos da carne ou sentidos com o coração.
Tudo é fruto da cooperação.

Texto do Evangelho – Capítulo XIX – Item 11 – A Fé, Mãe da Esperança e da Caridade.

COOPERAÇÃO

“E ele respondeu: Como poderei entender se alguém me não ensinar?” – (Atos – 8:31.)

Desde a vinda de Jesus, o movimento de educação renovadora para o bem é dos mais impressionantes no seio da Humanidade.
Em toda parte, ergueram-se templos, divulgaram-se livros portadores de princípios sagrados.
Percebe-se em toda essa atividade a atuação sutil e magnânima do Mestre que não perde ocasião de atrair as criaturas de Deus para o Infinito Amor. Desse quadro bendito de trabalho destaca-se, porém, a cooperação fraternal que o Cristo nos deixou, como norma imprescindível ao desdobramento da iluminação eterna no mundo.
Ninguém guarde a presunção de elevar-se sem o auxílio dos outros, embora não deva buscar a condição parasitária para a ascensão. Referimo-nos à solidariedade, ao amparo proveitoso, ao concurso edificante. Os que aprendem alguma coisa sempre se valem dos homens que já passaram, e não seguem além se lhes falta o interesse dos contemporâneos, ainda que esse interesse seja mínimo.
Os apóstolos necessitaram do Cristo que, por sua vez, fez questão de prender os ensinamentos, de que era o divino emissário, às antigas leis.
Paulo de Tarso precisou de Ananias para entender a própria situação.
Observemos o versículo acima extraído dos Atos dos Apóstolos. Filipe achava-se despreocupado, quando um anjo do Senhor o mandou para o caminho que descia de Jerusalém para Gaza. O discípulo atende e aí encontra um homem que lia a Lei sem compreendê-la. E entram ambos em santificado esforço de cooperação.
Ninguém permanece abandonado. Os mensageiros do Cristo socorrem sempre nas estradas mais desertas. É necessário, porém, que a alma aceite a sua condição de necessidade e não despreze o ato de aprender com humildade, pois não devemos esquecer, através do texto evangélico, que o mendigo de entendimento era o mordomo-mor da rainha dos etíopes, superintendente de todos os seus tesouros. Além disso, ele ia de carro e Filipe, a pé.

Do Livro: Caminho Verdade e Vida
Pelo Espírito: Emmanuel
Psicografia de: Francisco Cândido Xavier.