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SEMANA DA BONDADE

“Sejamos bons para com aqueles que a Divina Bondade situou em nossos próprios passos, auxiliando-os na senda de elevação.”
Emmanuel

Amigos do Grupo

Todos nós pretendemos desenvolver a bondade, tornarmo-nos homens bons. Não existe uma fórmula prática e rápida para alcançarmos este estágio evolutivo. Mas nosso benfeitor Emmanuel nos dá uma séria orientação de como atingir esta virtude.
“…Não podemos realizar o aprimoramento numa hora, devemos aprender a lição da bondade, dia a dia.
Sejamos bons para com os que caíram na margem de nossa própria estrada, oferecendo-lhes o toque da nossa amizade ou encorajando lhes o reerguimento com o sorriso de nossa compreensão.
Sejamos bons para com as vítimas da maldade, amparando-as sem ruído para que a maledicência emudeça e para que a calúnia imobilize as garras das trevas.
Sejamos bons para com os fracos que não podem ainda caminhar sem a neurastenia, sem a queixa e sem a lágrima, sustentando lhes o coração com os nossos braços fraternos.
Por onde passamos há sempre alguém que espera um pouco de carinho a fim de restaurar-se. Ofereçamos a bondade a quem passa por nós ou a quem respira conosco e estaremos louvando a Infinita Bondade do Pai Celestial que, em todos os ângulos da vida, nos envolve em suas Bênçãos de Amor.”

Livro “Trilha De Luz” Emmanuel – Psicografia: Francisco Cândido Xavier

Texto do Evangelho- capitulo X Item 16 Indulgência

A LIÇÃO DA BONDADE
Meimei

Quando Jesus entrou vitoriosamente em Jerusalém, montado num burrico, eis que o povo, alvoroçado, vinha vê-lo e saudá-lo na praça pública.
Muitos supunham que o Mestre seria um dominador igual aos outros e bradavam:
– Glória ao Rei de Israel!…
– Abaixo os romanos!…
– Hosanas ao vencedor! …
– Viva o Filho de David!… Viva o Rei dos Judeus!…
E atapetavam a rua de flores.
Rosas e lírios, palmas coloridas e folhas aromáticas cobriam o chão por onde o Salvador deveria passar.
O Mestre, contudo, sobre o animalzinho cansado, parecia triste e pensativo. Talvez refletisse que a alegria ruidosa do povo não era o tipo de felicidade que ele desejava. Queria ver o povo contente, mas sem ódio e sem revolta, inspirado pelo bem que ajuda a conservação das bênçãos divinas.

O glorificado montador ia, assim, em silêncio, quando linda jovem se destacou da multidão, abeirou-se dele e lhe entregou uma braçada de rosas, exclamando:
– Senhor, ofereço-te estas flores para o Reino de Deus.
O Cristo fixou nela os olhos cheios de luz e indagou:
– Queres realmente servir ao Reino do Céu?
– Oh! Sim… – disse a moça, feliz.
– Então – pediu-lhe o Mestre -, ajuda-me a proteger o burrico que me serve, trazendo-lhe um pouco de capim e água fresca.
A jovem atendeu prontamente e começou a compreender que, na edificação do Reino Divino, Jesus espera de nós, acima de tudo, a bondade sincera e fiel do coração.

Da obra: Pai Nosso.
Ditado pelo Espírito Meimei
Psic. Francisco Cândido Xavier

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