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SEMANA DA BENEVOLÊNCIA

Semana de 17 a 23 de junho.

“Sede uns para com os outros benignos, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus em Cristo vos perdoou. ”
Paulo (Efésios, 4:32.)

AMIGOS

A criatura benigna é aquela que se compraz em fazer o bem. Afetuosidade e gentileza são as suas principais características, e ela só sente satisfação quando promove a satisfação alheia.

A benevolência promove a incondicionalidade do amor e quando adotarmos a verdadeira fraternidade, não haverá ódios, somente união, concórdia e benevolência mútua.

No nosso estágio evolutivo a benevolência precisa ser exercitada e para isso devemos cultivar bons pensamentos, bons sentimentos, orando e vigiando e principalmente agindo em prol do bem. Esta prática fará nascer a benevolência em nossa intimidade, e a solidariedade e a afabilidade, serão virtudes conquistadas.

No nosso dia a dia contagiemos a sociedade aos poucos com o nosso exemplo, para que ela se torne mais branda e fraterna. Um mundo melhor é o desejo de todos nós. Trabalhemos por ele.

Texto do Evangelho para a semana: Cap. XX – Item: 5 – Os obreiros do Senhor.

BENIGNIDADE

Meditemos na Tolerância Divina, para que não venhamos a cair nos precipícios da violência. Basta refletir na desculpa incessante do Céu às nossas fraquezas e crueldades, à frente do Cristo, para que abracemos a justa necessidade da compaixão infatigável uns para com os outros.

Desce Jesus da Espiritualidade Solar, dissipando-nos a sombra. Negamos-Lhe guarida.
O Supremo Senhor, porém, não nos priva de Sua augusta presença. O Divino Benfeitor exemplifica o amor incondicional, sanando-nos as mazelas do corpo e da alma, a ensinar-nos a bondade e a renúncia como normas de justa felicidade; contudo, recompensamo-lo com a saliva do escárnio e a cruz da morte.

A Infinita Sabedoria, no entanto, não nos recusa a herança do Seu Evangelho renovador.
Em nome do Mestre Sublime, protótipo do amor e da paz, fizemos guerras de ódio, acendendo fogueiras de perseguição e extermínio; todavia, o Altíssimo Pai não nos cassa a oportunidade de prosseguir caminhando no tempo e no espaço, em busca da evolução.

Reflete na magnanimidade de Deus e não coleciones desapontamentos e mágoas, para que o bem te encontre à feição de canal seguro e limpo. Guardar ressentimento e vingança, melindre e rancor, é o mesmo que transformar o coração num vaso de fel.

Segundo a advertência do apóstolo Paulo, usemos constante benignidade uns para com os outros, porque somente assim viveremos no clima de Jesus, que nos trouxe à vida a ilimitada compaixão e o auxílio incessante da Providência Celestial.

Do Livro: Palavras de Vida Eterna
Pelo Espírito: Emmanuel
Psicografia de: Francisco Candido Xavier