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SEMANA DA BENEVOLÊNCIA

Semana de 10 à 16/07

“Não basta fazer o bem. É preciso fazê-lo com prudência”.
Zoroastro

AMIGOS

“O verdadeiro homem de bem é aquele que pratica a lei de justiça, de amor e de caridade na sua mais completa pureza.
Ele é bom, humano e benevolente para com todos, porque vê irmãos em todos os homens.
É indulgente para com as fraquezas dos outros porque sabe que ele mesmo tem necessidade de indulgência, e que ninguém pode atirar a primeira pedra.
Perdoa as ofensas, porque sabe que lhe será perdoado assim como tiver perdoado.” – Livro dos Espíritos.
Semelhante atrai semelhante e só recebe o mal quem está no mal. Somente no bem encontraremos a verdadeira força.
Quando somos benevolentes nos damos a oportunidade de entender o outro e de nos colocar no lugar do outro.
No nosso estágio evolutivo a benevolência precisa ser exercitada e para isso devemos adotar algumas práticas essenciais, cultivando bons pensamentos e sentimentos, orando e vigiando, participando de palestras e estudos que nos trarão o conhecimento e a vivência das leis de Deus, praticando boas leituras e realizando o Evangelho no Lar.
Amar o próximo como a si mesmo; fazer pelo outro o que quereríamos que os outros fizessem por nós, é a expressão mais completa da caridade, porque resume todos os deveres do homem para com o próximo.

Texto do Evangelho para a semana: Capítulo: XX – Item: 5 – Trabalhadores do Senhor

BENEVOLÊNCIA

Traduzindo benevolência por fator de equilíbrio, nas relações humanas, vale confrontar as atitudes infelizes como os obstáculos pesados que afligem o espírito, na caminhada terrestre.
Aprendamos a sinonímia de ordem moral, no dicionário simples da natureza:

Crítica destrutiva – labareda sonora.
Azedume – estrada barrenta.
Irritação – atoleiro comprido.
Indiferença – garoa gelada.
Cólera – desastre à vista.
Calúnia – estocada mortal.
Sarcasmo – pedrada a esmo.
Injúria – espinho infecto.
Queixa repetida – tiririca renitente.
Conversa desnecessária – vento inútil.
Preconceito – fruto bichado.
Gabolice – poeira grossa.
Lisonja – veneno doce.
Engrossamento – armadilha pronta.
Aspereza – casca espinhosa.
Pornografia – pântano aberto.
Despeito – serpente oculta.
Melindre – verme dourado.
Inveja – larva em penca.
Pessimismo – chuva de fel.
Espiritualmente, somos filtros do que somos.

Cada pessoa recebe aquilo que distribui.
Se esperamos pela indulgência alheia, consignemos as manifestações que nos pareçam indesejáveis e, evitando-as com segurança, saberemos cultivar a benevolência, no trato com o próximo, para que a benevolência nos seja auxílio incessante, através dos outros. Dentre os ângulos do perdão, um existe dos mais importantes, que nos cabe salientar: os resultados dele sobre nós mesmos, quando temos a felicidade de desculpar.
André Luiz

Do Livro: Opinião Espírita
Pelo Espírito: Emmanuel e André Luiz
Psicografia de: Francisco Cândido Xavier e Waldo Vieira