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SEMANA DA AMIZADE

Semana de 09 a 15 de abril.

“As palavras de amizade e conforto podem ser curtas e sucintas, mas o seu eco é infindável.”
Madre Teresa de Calcutá

AMIGOS

Amizade – segundo o dicionário é um sentimento de grande afeição, simpatia, apreço entre pessoas.
Quem é amigo, companheiro, camarada, é pessoa que nutre pelo outro um sentimento sincero de querer bem, de confiar, de facilitar, auxiliar o amigo sempre que ele necessite, naquilo que pudermos fazer.
Durante nossa encarnação nos defrontamos com muitas pessoas ao longo do caminho, algumas são passageiras em nossa vida, mas os amigos são para sempre, mesmo que a vida nos distancie, o sentimento sincero de amizade permanece em nós.
Amizade é saber que temos uma mão estendida se necessitarmos ou que alguém especial vai sentir conosco nossas dores.
Mas, não existe amizade se não houver reciprocidade. É necessário que os sentimentos sejam iguais dos dois lados, e a fidelidade seja o laço de união entre os amigos.
A amizade para perdurar tem de ser cultivada por ambas as partes, regada com a sinceridade, apreço, alegria como Jesus nosso Divino Amigo e irmão nos exemplificou. Amigo é coisa pra se guardar no coração.

Texto do Evangelho para esta semana: Cap. X item 16 – A Indulgência

Ação da Amizade

A amizade é o sentimento que imanta as almas umas às outras, gerando alegria e bem-estar.
A amizade é suave expressão do ser humano que necessita intercambiar as forças da emoção sob os estímulos do entendimento fraternal.
Inspiradora de coragem e de abnegação, a amizade enfloresce as almas, abençoando-as com resistências para as lutas.
Há, no mundo moderno, muita falta de amizade!
O egoísmo afasta as pessoas e as isola. A amizade às aproxima e irmana.
O medo agride as almas e infelicita. A amizade apazigua e alegra os indivíduos.
A desconfiança desarmoniza as vidas e a amizade equilibra as mentes, dulcificando os corações.
Na área dos amores de profundidade, a presença da amizade é fundamental.
Ela nasce de uma expressão de simpatia, e firma-se com as raízes do afeto seguro, fincadas nas terras da alma.
Quando outras emoções se estiolam no vaivém dos choques, a amizade perdura, companheira devotada dos homens que se estimam.
Se a amizade fugisse da Terra, a vida espiritual dos seres se esfacelaria. Ela é meiga e paciente, vigilante e ativa.
Discreta, apaga-se, para que brilhe aquele a quem se afeiçoa.
Sustenta na fraqueza e liberta nos momentos de dor.
A amizade é fácil de ser vitalizada.
Cultivá-la, constitui um dever de todo aquele que pensa e aspira, porquanto, ninguém logra êxito, se avança com aridez na alma ou indiferente ao elevo da sua fluidez.
Quando os impulsos sexuais do amor, nos nubentes, passam, a amizade fica.
Quando a desilusão apaga o fogo dos desejos nos grandes romances, se existe amizade, não se rompem os liames da união.
A amizade de Jesus pelos discípulos e pelas multidões dá-nos, até hoje, a dimensão do que é o amor na sua essência mais pura, demonstrando que ela é o passo inicial para essa conquista superior que é meta de todas as vidas e mandamento maior da Lei Divina.

FRANCO, Divaldo Pereira.
Momentos de Esperança.
Pelo Espírito Joanna de Angelis. LEAL.