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SEMANA DA AMIZADE

“Você encontrará amizade verdadeira se for capaz de oferecê-la a alguém
e construí-la juntos.”

Amigos do Grupo

Quando pensamos nos amigos, logo sentimos o coração se encher de alegria e contentamento, porque o sentimento de amizade é por si só um sentimento que nos enriquece e alegra, nos motiva e encoraja para as lutas da vida.
Conta a história que um soldado disse ao seu comandante:
– “O meu amigo não voltou do campo de batalha, solicito autorização para ir buscá-lo.”
Respondeu o oficial:
-“Autorização negada!” “Não quero que você arrisque a vida por um homem que, provavelmente, está morto!”
O soldado ignorando a proibição saiu e uma hora mais tarde voltou mortalmente ferido, transportando o cadáver do seu amigo.
O oficial estava furioso:
– “Eu não lhe disse que ele estava morto?!”
– “Diga – me, valia a pena ir até lá para trazer um cadáver?”
E o soldado, moribundo, respondeu:
– “Claro que sim, meu comandante!
Quando o encontrei, ele ainda estava vivo e disse-me:
– Tinha a certeza que virias!”

Que possamos ser a certeza sempre presente na vida de nossos amigos, não apenas nos momentos de alegria e diversão, mas principalmente amparando-os e auxiliando-os nas duras provas que terão que passar.

Texto do Evangelho para a semana:
Capítulo: XIII – Itens: 07 e 08 “Convidar os pobres e estropiados”

PERANTE OS AMIGOS

O amigo é uma benção que nos cabe cultivar no clima da gratidão.

Quem diz que ama e não procura compreender e nem auxiliar, nem amparar e nem servir, não saiu de si mesmo ao encontro do amor em alguém.

A amizade verdadeira não é cega, mas se enxerga defeitos nos corações amigos, sabe amá-los e entendê-los mesmo assim.

Teremos vencido o egoísmo em nós quando nos decidirmos a ajudar aos entes amados a realizarem a felicidade própria, tal qual entendem eles, deva ser a felicidade que procuram, sem cogitar de nossa própria felicidade.

Em geral, pensamos que os nossos amigos pensam como pensamos, no entanto precisamos reconhecer que os pensamentos deles são criações originais deles próprios.

Assim como espero que os amigos me aceitem como sou, devo, de minha parte, aceitá-los como são.

Toda vez que buscarmos desacreditar esse ou aquele amigo, depois de havermos trocado convivência e intimidade, estaremos desmoralizando a nós mesmos.

Em qualquer dificuldade com as relações afetivas é preciso lembrar que toda criatura humana é um ser inteligente em transformação incessante, e, por vezes, a mudança das pessoas que amamos não se verifica na direção de nossas próprias escolhas.

Quanto mais amizade você der, mais amizade receberá.

Se Jesus nos recomendou amar os inimigos, imaginemos com que imenso amor nos compete amar aqueles que nos oferecem o coração.

Livro: Sinal Verde
Espírito: André Luiz
Psicografia: Francisco Cândido Xavier