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SEMANA DA ALEGRIA

“Recorda a promessa de Jesus de voltar a encontrar-se contigo, dando-te a alegria que ninguém poderá tomar.”
Joanna de Ângelis

AMIGOS DO GRUPO

Por encontrarmo-nos num mundo de provas e expiação, alegria pode ter várias interpretações.
Muitos confundem alegria, com a necessidade de se liberar dos controles que a regra da sociedade impõe. Alegria não é liberalidade, uma é a expressão da felicidade e a outra demonstra a fragilidade do ser.
“A verdadeira alegria é forte, duradoura. Constrói em nosso interior valores que nos transportam para Deus. A falsa alegria é efêmera, fugaz como o pensamento que a criou e nada constrói, pelo contrário, muitas vezes nos traz um estado de tristeza, depressão e arrependimento.”
A verdadeira alegria é construída com ações edificantes. A falsa alegria é montada através de artifícios como a bebida, as drogas, as brincadeiras insanas do carnaval e as ilusões em geral.
Sejamos verdadeiramente alegres e felizes com responsabilidade, buscando o prazer de viver. Lembremo-nos de Jesus que nos prometeu as alegrias do céu para todo aquele que O seguisse.
A alegria está na vitória da nossa própria superação. Sejamos vitoriosos buscando cada vez mais a consciência tranquila e o entendimento da razão do nosso viver.

Texto do Evangelho para esta semana:
Capítulo XXVII – Item 23 – Alegria da Prece

REGOZIJEMO-NOS SEMPRE

“Regozijai-vos sempre.” – Paulo.
(I Tessalonicenses, 5:16.)

O texto evangélico não nos exorta (encoraja) ao júbilo (grande alegria, regozijo) somente nos dias em que nos sintamos pessoalmente felizes.
Assevera com simplicidade – “regozijai-vos sempre.”
Nada existe no mundo que não possa transformar-se em respeitável motivo de trabalho, alegria e santificação.
E a própria Natureza, cada dia, exibe expressivos ensinamentos nesse particular.
Depois da tempestade que arranca raízes, mutila árvores, destrói ninhos e enlameia estradas, a sementeira reaparece, o tronco deita vergônteas (ramos) novas, as aves refazem os lares suspensos e o caminho se coroa de sol.
Somente o homem, herói da inteligência, guarda consigo a carantonha (cara feia) do pessimismo, por tempo indeterminado, qual se fora gênio irado e desiludido, interessado em destruir o que lhe não pertence.
Ausência continuada de esperanças e de alegria na alma significa evolução deficitária.
Por toda parte, há convites à edificação e ao aprimoramento, desafiando-nos à ação no engrandecimento comum.
Ninguém é tão infeliz que não possa produzir alguns pensamentos de bondade, nem tão pobre que não possa distribuir alguns sorrisos e boas palavras com os seus companheiros na luta cotidiana.
Tristeza de todo instante é ferrugem nas engrenagens da alma. Lamentação contumaz é ociosidade ou resistência destrutiva.
É necessário acordar o coração e atender dignamente à parte que nos compete no drama evolutivo da vida, sem ódio, sem queixa, sem desânimo.
A experiência é o que é.
Nossos companheiros são o que são.
Cada qual de nós recebe o quinhão de luta imprescindível ao aprendizado que devemos realizar. Ninguém está deserdado de oportunidades, em favor da sua melhoria.
A grande questão é obedecer a Deus, amando-O, e servir ao próximo de boa-vontade. Quem solucionou semelhante problema, dentro de si mesmo, sabe que todas as criaturas e situações da senda são mensagens vivas em que podemos recolher as bênçãos do amor e da sabedoria, se aceitamos a lição que o Senhor nos oferece.
Nesse sentido, pois, não nos esqueçamos de que Paulo, o intimorato (valente) batalhador do Evangelho, sob tormentas de preocupações, encontrou recurso em si mesmo para dizer aos irmãos de luta: – “Regozijai-vos sempre.”

Do livro: Fonte Viva
De: Emmanuel
Psicografia de Francisco Cândido Xavier.

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