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SEMANA AFEIÇÃO

“Bem aventurados os que são brandos, porque possuirão a terra”.
S. MATEUS, cap. V – v 4.

AMIGOS DO GRUPO

Esta semana chamaremos à atenção para a afeição, percebida por nós outros como um sentimento sincero, tenro, de amizade.

É natural que em nosso estágio evolutivo exista a não igualdade de ação e reação na interação cotidiana com os nossos semelhantes.

A diversidade está em toda parte, em nossa família, no ambiente profissional, na associação religiosa, na sociedade. Somos individualidades e como tal, cada um de nós, em seu momento particular e coletivo de crescimento em direção ao PAI.

Conscientes, que já somos aprendizes do evangelho, o nosso dever é nos colocarmos em posição de afeição, principalmente para com aqueles que não comungam com os nossos ideais.

É um exercício difícil que exige renúncia, paciência e muito perdão. Porém, também, é uma mão de via dupla onde o afeto se propaga e retorna, com e para aquele que dá o primeiro passo.

Lembremos de Jesus, que em todos os momentos de interação com personalidades diversas, agiu com mansuetude, agiu com Amor, agiu com afeição.

Texto do evangelho para a semana:
Cap.: IX – Item 6 – A afabilidade e a doçura

PELAS OBRAS

“E que os tenhais em grande estima e amor por causa da sua obra”.
Paulo. (I TESSALONICENSES, 5:13).

Esta passagem de Paulo, na Primeira Epístola aos Tessalonicenses, é singularmente expressiva para a nossa luta cotidiana.

Todos experimentamos a tendência de consagrar a maior estima apenas àqueles que leiam a vida pela cartilha dos nossos pontos de vista. Nosso devotamento é sempre caloroso para quantos nos esposem os modos de ver, os hábitos enraizados e os princípios sociais; todavia, nem sempre nossas interpretações são as melhores, nossos costumes os mais nobres e nossas diretrizes as mais elogiáveis.

Daí procede o impositivo de desintegração da concha do nosso egoísmo para dedicarmos nossa amizade e respeito aos companheiros, não pela servidão afetiva com que se liguem ao nosso roteiro pessoal, mas pela fidelidade com que se norteiam em favor do bem comum.

Se amamos alguém tão-só pela beleza física, é provável encontremos amanhã o objeto de nossa afeição a caminho do monturo.

Se estimamos em algum amigo apenas a oratória brilhante, é possível esteja ele em aflitiva mudez, dentro em breve.

Se nos consagramos a determinada criatura só porque nos obedeça cegamente, é provável estejamos provocando a queda de outros nos mesmos erros em que temos incidido tantas vezes.

É imprescindível aperfeiçoar nosso modo de ver e de sentir, a fim de avançarmos no rumo da vida Superior.

Busquemos as criaturas, acima de tudo, pelas obras com que beneficiam o tempo e o espaço em que nos movimentamos, porque, um dia, compreenderemos que o melhor raramente é aquele que concorda conosco, mas é sempre aquele que concorda com o Senhor, colaborando com ele, na melhoria da vida, dentro e fora de nós.

Do Livro: Fonte Viva
Pelo Espírito: Emmanuel
Psicografia de: Francisco Cândido Xavier

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