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SEMANA DA GENTILEZA

Semana de 08 a 14 de setembro.

“Gentileza é o que podemos oferecer para deixar o dia mais leve, os relacionamentos menos difíceis, o cotidiano mais ameno. E como disse alguém: Gentileza gera gentileza.”
Joanna de Ângelis

AMIGOS

Diante da insana correria diária da qual somos acometidos, infelizmente não percebemos o quanto deixamos de praticar a gentileza.
Mergulhados nos afazeres que comprometem a maioria das nossas horas não nos atentamos aos cuidados mais simples para com o nosso próximo,
Um pequeno gesto pode fazer toda diferença na vida de algum irmão e até mesmo acabar com angústias que dilaceram a alma arrastando-o, muitas vezes para uma depressão.
Podemos mudar o dia de alguém, simplesmente, com: um sorriso; um abraço; um aperto de mão; um aceno; o simples ato de ouvir ou ainda com palavras como: Bom dia; obrigado; com licença; por favor; como vai você?
A oportunidade está em todos os lugares, em casa, no trabalho, na via pública, onde estudamos, na instituição religiosa que frequentamos, nos falta a sensibilidade de abrirmos o nosso coração aos pequenos detalhes e a boa vontade para agir.
No final nos surpreenderemos ao perceber que somos os maiores beneficiados, pois o bem que fazemos nos aguarda mais adiante.
Sejamos gentis, lembrando que gentileza gera gentileza.

Texto do Evangelho para a semana: Cap.: IX – Item: 6 – “A afabilidade e a doçura”

GENTILEZAS SALVADORAS

“Aquele cuja afabilidade e doçura não são fingidas nunca se desmente: é o mesmo, tanto em sociedade, como na intimidade.” – Jesus.
(Alan Kardec. E.S.E.Cap. IX. Item 6.)

Quando você afasta do piso uma casca de fruta deixada pela negligência de alguém, não pratica apenas um ato de gentileza. Evita que algum desavisado escorregue, sofrendo tombo violento.
Ao ceder o lugar no transporte coletivo a um ancião, você não realiza um gesto de cortesia somente. Atende a um corpo cansado, poupando as energias de quem poderia ser seu genitor.
Se você oferece braço moço à condução de um volume, poupando aquele que o carrega, não pratica unicamente uma delicadeza. Contribui fraternalmente para o júbilo de alguém que, raras vezes, encontra ajuda.
Portando a boa palavra em qualquer situação, você não atende exclusivamente à finura do trato. Realiza entre os ouvintes o culto do verbo são, donde fluem proveitosos e salutares ensinamentos.
Silenciando uma afronta em público, você não atesta apenas o refinamento social. Poupa-se à dialogação violenta, que dá margem a ódios irremediáveis.
Se você oferece agasalho a algum desnudo, não só atende à delicadeza humana, por filantropia. Amplia a cultura da caridade pura e simples.
Ao sorrir, discretamente, dando ensejo a um desafeto de refazer a amizade, você não age tão-somente em tributo à educação. Apaga mágoas e ressentimentos, enquanto “está no caminho com ele”.
Procurando ajudar um enfermo cansado a galgar e vencer dificuldades, você não procede imbuído apenas de gentileza. Coopera para que a vida se dilate no debilitado, propiciando-lhe ensejos evolutivos.
Atendendo impertinente criança que o molesta, num grupo de amigos, você não se situa só na formosura da conduta externa. Liberta um homem futuro de uma decepção presente.
No exercício da gentileza, a alma dilata recursos evangélicos e vive o precioso ensino do Mestre ao enfático doutor da lei, com afabilidade e doçura, quando Ele afirmou: “Vai e faze o mesmo!”.

Do Livro: Glossário Espírita Cristão
Pelo Espírito: Marco Prisco
Psicografia de: Divaldo Pereira Franco.