SEMANA DA AUTOESTIMA

Semana de 25 a 31 de agosto.
“Deus nos concede, a cada dia, uma página de vida nova no livro do tempo. Aquilo que colocarmos nela, corre por nossa conta”.
Chico Xavier
AMIGOS
“A autoestima – definida como a aceitação que o indivíduo tem de si mesmo – é um conjunto de crenças que alimentamos em relação a nós mesmos, influenciando, consideravelmente, a maneira de nos percebermos interna e externamente. Representa, assim, algo de importância fundamental em nossa vida, porque essa percepção particular, que tanto pode ser positiva como negativa, tende a nos conduzir a muitas vitórias ou a vários fracassos e derrotas.”
Silvia Helena Visnadi Pessenda
Precisamos ser mais otimistas em relação a nós mesmos e ao nosso próprio desenvolvimento.
A Doutrina Espírita ensina que cada indivíduo, por possuir livre-arbítrio, é o realizador do seu próprio destino. Quando ele, porém, tem plena convicção daquilo que lhe é o melhor, é determinado e perseverante. Com isso, se empenha em remover os empecilhos de seu caminho, em não permitir que ninguém o demova de seus mais caros objetivos, em não se deixar dominar pela ideia de que está fadado a sofrer, em não abrir brecha para que a incerteza anule sua força íntima. Assim, ele planeja sua vida, cria suas próprias metas e segue seu caminho com firmeza e resolução, buscando a plenitude íntima, sempre.
Somos filhos de Deus, amados por “Ele”, dotados de inteligência, caminhando rumo ao nosso próprio progresso.
O tempo pode ser nosso aliado, se o usarmos devidamente, para alcançarmos a paz interior, a sabedoria e o equilíbrio tão necessários à nossa felicidade.
Vamos investir em nós e em nossa transformação para melhor.
Quando o Cristo nos ensinou a “Amar a Deus sobre todas as coisas, pediu que amassemos ao próximo, mas que antes amássemos a nós mesmos”.
Texto do Evangelho para a semana: Capitulo: – XXV – Item 1 e item 5 – “Ajuda-te, que o céu te ajudará”
ERGAMO-NOS
“Levantar-me-ei e irei ter com o meu pai…”
(Lucas, 15:18)
Quando o filho pródigo deliberou tornar aos braços paternos, resolveu intimamente levantar-se.
Sair da cova escura da ociosidade para o campo da ação regeneradora.
Erguer-se do chão frio da inércia para o calor do movimento reconstrutivo.
Elevar-se do vale de indecisão para a montanha do serviço edificante.
Fugir à treva e penetrar a luz.
Ausentar-se da posição negativa e absorver-se na reestruturação dos próprios ideais.
Levantou-se e partiu no rumo do Lar Paterno.
Quantos de nós, porém, filhos pródigos da Vida, depois de estragarmos as mais valiosas oportunidades, clamamos pela assistência do Senhor, de acordo com os nossos desejos menos dignos, para que sejamos satisfeitos? Quantos de nós descemos, voluntariamente, ao abismo, e, lá dentro, atolados na sombria corrente de nossas paixões, exigimos que o Todo-Misericordioso se faça presente, ao nosso lado, através de seus divinos mensageiros, a fim de que os nossos caprichos sejam atendidos?
Se é verdade, no entanto, que nos achamos empenhados em nosso soerguimento, coloquemo-nos de pé e retiremo-nos da retaguarda que desejamos abandonar.
Aperfeiçoamento pede esforço.
Panorama dos cimos (altos) pede ascensão.
Se aspiramos ao clima da Vida Superior, adiantemo-nos para a frente, caminhando com os padrões de Jesus.
– Levantar-me-ei, disse o moço da parábola.
– Levantemo-nos, repitamos nós.
Livro – Fonte Viva
Psicografia de Francisco Cândido Xavier
Pelo Espírito Emmanuel